Alexandre Silveira destaca que Brasil estima investimentos R$ 3,2 trilhões no setor energético nos próximos dez anos
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(Brasília-DF, 08/11/2024) Foi realizada nesta sexta-feira, 08, o lançamento da consulta pública do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O PDE estima a injeção de R$ 3,2 trilhões no setor energético nos próximos dez anos.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que a retomada do planejamento energético no Brasil permitiu o avanço das políticas públicas do setor e a ampliação dos investimentos no país.
“A estimativa de injeção é de R$ 3,2 trilhões em nossas áreas de atuação, em petróleo, gás e biocombustíveis, nas linhas de transmissão, na geração de energia, na produção de combustíveis e na nova indústria verde. É isso que torna a nossa transição energética mais justa e mais inclusiva. Isso é criação de emprego e renda, é ênfase numa indústria competitiva, é incentivo às novas tecnologias energéticas, isso é combate à pobreza energética”, afirmou Alexandre Silveira.
O PDE contempla todo o planejamento detalhado do setor para os próximos dez anos, servindo como ferramenta confiável para todos os setores da economia, da infraestrutura e dos ecossistemas conectados ao setor energético brasileiro. Com o lançamento da consulta pública, a sociedade e instituições públicas e privadas poderão contribuir com as projeções e indicações para o futuro energético do país. Também foi assinado pelo ministro a portaria de governança PDE.
Silveira ainda destacou que o governo do presidente Lula trouxe o planejamento de volta para o centro do debate do setor de energia.
“Planejar é essencial, desenvolver o país é combater as desigualdades. O Brasil está em franca expansão, se não fortalecermos o círculo virtuoso alimentado pela melhor política, com o bem da população em mente, não seremos capazes de crescer de forma sustentável. Nós estamos falando de pesquisa, de estudo, de ciência, para basear as decisões e traçar o rumo do país no setor de energia para os próximos anos”, pontuou o ministro.
Ao final, o ministro ainda destacou que o plano já contempla os principais programas desenvolvidos nos últimos dois anos, como o Gás para Empregar, o Marco Legal do Hidrogênio, os planos de expansão nas energias renováveis, e os aspectos da Lei do Combustível do Futuro, que está revolucionando a produção dos biocombustíveis no Brasil.
(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)