31 de julho de 2025
Brasil e Economia

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em alta e no Brasil sem grandes índices em destaque

Veja os números

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Mercados globais em positivo

(Brasília-DF, 23/11/2023).  A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando que os mercados globais estão em alta e no Brasil atenção para índices sem grande relevância depois de uma dia bolsa em alta.

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Nos Estados Unidos, os futuros operam em alta (S&P 500: 0,4%; Nasdaq 100: 0,5%) em quinta-feira de feriado de ação de graças. Hoje, o mercado de ações não abre, e os futuros ficam abertos por horas abreviadas e têm baixa liquidez. Os preços do petróleo caíram cerca de 1% na sessão de ontem após adiamento da reunião da Opep, ante falta de acordo em relação à determinação de níveis de produção.

Na Europa, os mercados operam mistos, e o índice pan-europeu permanece estável (Stoxx 600: 0,0%), à medida que pesquisas mostram aumento da probabilidade de recessão na região. Na China, os índices fecharam mistos (CSI 300: 0,5%; HSI: 1,0%).

Economia

Os pedidos iniciais de auxílio desemprego nos Estados Unidos surpreenderam para baixo, com uma queda de 233 mil na semana anterior para 209 mil na semana que terminou no dia 18 de novembro (consenso: 225 mil). Ao todo, os números têm variado recentemente, mas permanecem consideravelmente abaixo dos níveis observados em períodos em que a taxa de desemprego está aumentando. A leitura final das expectativas de inflação, 1 ano adiante de Michigan, referente a novembro, registou 4,5%, acima dos 4,4% na leitura preliminar. Em relação à inflação de 5 anos, as expectativas aumentaram de 3,0% em outubro para 3,2% em novembro, o seu nível mais elevado desde 2011. Expectativas de inflação mais elevadas poderão traduzir-se numa pressão adicional para o Federal Reserve ( Fed, banco central dos EUA) manter as taxas elevadas por mais tempo.

Publicado esta manhã, o índice PMI de novembro da zona do euro continuou a sugerir fraqueza na atividade econômica. O índice composto registou 47,1 pontos em novembro, acima dos 46,5 pontos de outubro, embora permaneça em território contracionista (abaixo de 50). No Reino Unido, o PMI composto surpreendeu positivamente e aumentou de 48,7 pontos em outubro para 50,1 pontos em novembro, saindo da zona contracionista.

Hoje, a agenda dos indicadores econômicos está relativamente vazia. Esta manhã será publicada a inflação ao consumidor do México referente à primeira metade de novembro, para a qual esperamos uma variação quinzenal de 0,55% para a medida headline e uma variação de 0,18% para a medida nos núcleos. Além disso, os dados de inflação referentes a outubro serão publicados no Japão.

IBOVESPA +0,33% | 126.035 Pontos.    CÂMBIO +0,12% | 4,90/USD

Ibovespa

A quarta-feira foi marcada pelo fiscal pressionando ativos brasileiros, mas mesmo assim o Ibovespa subiu 0,3%, fechando o dia aos 126.035 pontos. O desempenho do índice ficou longe da máxima do dia, com a revisão do Ministério da Fazenda indicando um déficit primário acima do esperado pelo mercado. Nos Estados Unidos, a taxa de juros da Treasury de 10 anos ficou praticamente de lado, a 4,40%, ajudando o desempenho de ativos de risco. Os destaques do pregão foram a Petrobras (PETR4), que caiu 3,7%, acompanhando a queda do petróleo tipo Brent, e a Cemig (CMIG4), que caiu 9,7% após o Governo de Minas Gerais indicar que vai federalizar as companhias do Estado para pagar sua dívida com a União.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros fecharam em queda, com os agentes reagindo às declarações mais otimistas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, com o cenário de desinflação no Brasil. DI jan/25 fechou em 10,5% (-6,5bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 10,245% (-6bps); DI jan/27 em 10,36% (-8bps); DI jan/29 em 10,77% (-6bps).

( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)