31 de julho de 2025
Brasil e Poder

DESTAQUES DO DIA: Mercados globais em positivo e no Brasil ainda avaliando índices e se os fatores externos vão influenciar, novamente, os mercados

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Mercados globais em positivo

(Brasília-DF, 17/08/2023) A Política Real teve acesso ao relatório “Moorning Call” da XP Investimentos apontando os mercados globais em positivo e no Brasil expectativa da divulgação dos índices do período e expectativa sobre os mercados depois de mais um doa de quedas.

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Nos Estados Unidos, os futuros negociam em alta nessa quinta-feira (S&P 500: 0,2%; Nasdaq 100: 0,2%), recuperando das perdas de ontem. As bolsas reagiram negativamente à ata do Federal Reserve devido à sinalização dos dirigentes do banco central americano de que taxas mais elevadas sejam necessárias. A taxa de juros da Treasury de 10 anos subiu e terminou o dia em 4,26%, nível mais elevado desde 2008, impactando taxas dos títulos do todo o mundo. Na frente de resultados do 2º trimestre, a varejista Walmart reportou receita e lucro acima das expectativas nesta manhã, com alta forte nas vendas online. A ação da empresa sobe mais de 2% no pré-mercado.

Na China, os mercados fecharam mistos (HSI: 0,0%; CSI 300: 0,3%), também reagindo à ata da reunião do FOMC. Além disso, uma notícia do Bloomberg indicou que a queda nos preços de imóveis chineses tem sido mais profunda que o observado nas estatísticas oficiais. Ontem, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, reforçou o compromisso do país em atingir sua meta anual de crescimento.

Na Europa, os mercados operam em queda (Stoxx 600: -0,3%). Preocupações com o enfraquecimento econômico da China e a possibilidade de nova alta de juros nos EUA afetam os mercados da região.

IBOVESPA -0,50% | 115.592 Pontos.  CÂMBIO -0,04% | 4,98/USD

A divulgação da ata da última reunião do comitê de política monetária dos Estados Unidos (FOMC) ainda domina as atenções hoje. No documento, os diretores expressaram divisão sobre a necessidade de mais aumentos de juros nas próximas reuniões, indicaram uma prevalência de riscos altistas na inflação e concordaram que as futuras decisões dependem dos dados a serem divulgados, o que aumentou a incerteza sobre o fim do ciclo de alta de juros naquele país. Por outro lado, os dados do setor imobiliário continuam a mostrar alguma recuperação, indicando que a recessão esperada no início não deve ocorrer tão cedo. Na agenda do dia, destaque para os dados de pedidos de auxílio-desemprego e de perspectivas de negócios do Fed da Filadélfia nos Estados Unidos, de sentimento do consumidor no Reino Unido e de inflação no Japão.

Brasil

O Ibovespa fechou a sessão da quarta-feira (16) em queda de 0,5%, aos 115.591 pontos, em mais um dia de aversão ao risco nos mercados globais depois da publicação da ata do Fed. Já o dólar fechou estável, com leve queda de 0,01%, a R$ 4,99/US$. E na Renda Fixa, as taxas futuras de juros fecharam em alta, pressionadas pelas taxas de juros dos títulos do Tesouro americano (Treasuries). DI Jan/24 oscilou de 12,455% para 12,445%; DI Jan/25 passou de 10,495% para 10,53%; DI Jan/26 subiu de 10,02% para 10,055%; e DI Jan/27 avançou de 10,21% para 10,23%.

(da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)