TRANSIÇÃO: Wellington Dias, depois de fala de Lula, diz que PEC da Transição só será anunciada na semana que vem e que há compromisso com a responsabilidade social e fiscal
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(Brasília-DF,11/11/2022) Depois da repercussão negativa da fala do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva(PT) aos parlamentares que lhe dão apoio em sua primeira visita ai Centro Cultural Banco do Brasil(CCBB) nessa quinta-feira, 11, em que o mercado “desabou”. Lula, na oportunidade, disse que mais importante que o gasto público e a regra de ouro não tinham importância face a necessidade de atender aos mais pobres. O senador eleito Wellington Dias(PT-PI) anunciou que a divulgação da PEC da Transição foi adiada.
Inicialmente, se esperava a divulgação da PEC da Transição para esta sexta-feira, 11. W. Dias divulgou uma declaração e que garante que haverá uma nova conversação com o Presidente eleito antes dele viajar para o Egito.
“Após as agendas de ontem, dado algumas sugestões apresentadas pela Câmara e Senado, sentimos a necessidade de voltar a conversar com o presidente Lula!
Desde o início encontramos muito boa vontade dos líderes e parlamentares das duas casas e a PEC da Transição é trabalhada com muito entendimento. “, disse, inicialmente.
W. Dias afirmou que a PEC da Transição será o caminho aliado a ajustes na Lei Orçamentária Anual e que é fundamental uma ampla sintonia com a Câmara e o Senado para que as saídas legais sejam ampla e rapidamente aprovadas.
“Assim acertamos seguir dialogando e na quarta feira, após o feriado, um texto final da PEC da Transição e também sobre adequações do Projeto de Lei Orçamentária com o relator, Senador Marcelo Castro. Todo esforço é para o máximo de entendimento com a Câmara e Senado, e encontramos um ambiente de muito compromisso com este objetivo em favor do nosso povo, evitando assim alterações em uma casa, o que é legítimo na regra democrática, mas poderia causar atraso na votação, e temos um tempo bem curto até o final do ano Legislativo. “, disse.
W. Dias destaca que existe um consenso sobre colocar os mais pobres no orçamento mais que isso será feito com responsabilidade social e fiscal.
“As duas grandes metas foram abraçadas por líderes e parlamentares da Câmara e do Senado: colocar o povo e, especialmente, o povo mais pobre no orçamento e também garantir capacidade de investimentos para ajudar no crescimento econômico, criando um ambiente de confiança para mais investimentos privados do que já é previsto, e gerar mais emprego e mais renda. E como fazer isto com muita responsabilidade fiscal e social.”
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr.)