31 de julho de 2025
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QUAEST: Levantamento feito para revista “Veja” aponta que 17,2 milhões de brasileiros são “voláteis” e podem ficar com Lula ou Bolsonaro no dia 30 de outubro

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(Brasília-DF, 21/10/2022) Na tarde desta sexta-feira, a Quaest Pesquisas  numa parceira com a revista “Veja” revela que um total de até 17,2 milhões de pessoas, consideradas “voláteis” podem decidir tanto a favor do presidente Jair Bolsonaro(PL) como do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) no pleito em segundo turno do dia 30 de outubro.

“O universo dos “voláteis” inclui indecisos e não convictos. Recente levantamento da Quaest contabiliza 11% dos entrevistados nessa situação, sendo 5% indecisos e 6% não convictos. Juntos, totalizam 17,2 mi de eleitores estratégicos para as duas campanhas”, disse no Twitter.

O cientista político, CEO, da Quaest, Felipe Nunes, não fez seus comentários nas redes sociais, como de hábito, quando os levantamento os são feitos com a Genial Investimentos.

A revista “Veja” fala sobre os “voláteis”

“O universo dos “voláteis” inclui os indecisos, ou seja, aqueles que não têm uma preferência, e os não convictos, que votaram em um candidato no primeiro turno, mas podem mudar no segundo.  O mais recente levantamento da Quaest contabiliza 11% dos entrevistados nessa situação, sendo 5% indecisos e 6% não convictos. Juntos, eles totalizam 17,2 milhões de eleitores estratégicos para as duas campanhas — a se manter a diferença do primeiro turno, Bolsonaro precisa conquistar 6,2 milhões deles, ou um a cada três, enquanto Lula se esforça para mais gente apertar 13 no dia 30. “, diz parte do texto da revista.

Os “voláteis” são predominantes mulheres e estão na região Sudeste.

“Um perfil desses fiéis da balança, feito a pedido de VEJA pela Quaest, revela semelhanças entre os que não bateram o martelo. Trata-se de um público primordialmente feminino e pouco engajado politicamente.   Concentra-se sobretudo na Região Sudeste, onde estão os três maiores colégios eleitorais do país (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), e tem renda familiar entre dois e cinco salários mínimos.  Não costuma pautar suas decisões no discurso ideológico, que dá a tônica de boa parte das duas campanhas, e sim em questões práticas da vida cotidiana. “, diz.

Chama atenção, também, que esse público seja marcadamente evangélico, que se imaginava um público dominado pelo bolsonarismo.

“A divergência que mais se ressalta entre eles é a presença maciça de evangélicos entre os não convictos — o que explica a batalha religiosa dos últimos dias e sugere uma vantagem para Bolsonaro.  “Nenhuma campanha que pretenda sair vitoriosa pode desprezar esse eleitorado. Aliás, tem, isto sim, de mirar nele”, explica Felipe Nunes, cientista político e CEO da Quaest. “, diz o texto.

(da redação com informações de redes sociais e revista Veja. Edição: Genésio Araújo Jr.)