31 de julho de 2025
Brasil e Economia

MERCOSUL: Depois de nota Lula-FHC sobre tarifas, secretário de Guedes responde dizendo que eles não vão deter “nossa prosperidade”

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Secretário do Ministério da Economia respondeu ex-presidentes

( Publicada originalmente às 18h 37 do dia 07/06/221) 

(Brasília-DF, 08/06/2021) O economista, Carlos Alberto da Costa, Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, que atua com áreas dos antigos Ministério da Industria e Comércio  se manifestou nesta segunda-feira, 7, em várias postagens em sua conta pessoal no Twitter, em resposta a nota conjunta dos ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, neste final de semana em que eles defenderam as tarifas unificadas do Mercosul.  Ele fez seis postagen em que faz críticas aos ex-presidentes e diz que o atual governo vem levando à frente uma competitividade.

“O Brasil cresce, e não conseguirão deter nossa prosperidade”, disse.  Ele entende que os dois ex-presidente trabalham contra a abertura econômica que está sendo montada.  Ele fala de abraço de afogados.

Veja a íntegra das declarações nas postagens:

“Lula e FHC, que destruíram as empresas com  o custo Brasil de R$1,5 trilhao de reais anuais, aceitam o abraço do afogado e protestam contra a abertura comercial que iniciamos. A abertura, dialogada com nosso setor produtivo e escolhida nas urnas, será gradual, previsível e simultânea à redução do Custo Brasil. Já reduzimos o Custo Brasil em 10%, diminuiremos as alíquotas em 10% - uma tarifa  de 25%, por exemplo, cai para 22,5%. É a medida certa para fortalecer a competitividade de nossas indústrias e viabilizar a redução de preços que os consumidores esperam.  Até o fim do governo, pretendemos concluir a implementação de medidas com um potencial de  reduzir em 2/3 esses obstáculos que 23 anos de atraso produziram. O Brasil cresce, e não conseguirão deter nossa prosperidade

O ex-Pesidente FHC demonstra certo grau de parafrenia em seu artigo de hj no Estadao, em que não enxerga a  recuperação econômica do Brasil. Ao mesmo tempo, parece não lembrar de alguns indicadores do seu governo: juros reais acima de 10% em todos os anos.

Em quatro meses, atendemos a mais de 1500 pleitos do setor produtivo.  Implementamos os maiores programas de crédito para pequenas e médias  empresas da história. O Benefício Emergencial salvou milhões de empregos. O Auxílio Emergencial protegeu outros milhões de necessitados

O ex-Presidente, que deixou um legado de reduzir a inflação e outro de destruir o setor produtivo, parece que abandonou seu lado discreto, se afastou dos parlamentares que defendem a agenda do melhor ambiente de negócios e adotou a verborragia delirante típica de quem o sucedeu.

 

( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)