MERCOSUL: Depois de nota Lula-FHC sobre tarifas, secretário de Guedes responde dizendo que eles não vão deter “nossa prosperidade”
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( Publicada originalmente às 18h 37 do dia 07/06/221)
(Brasília-DF, 08/06/2021) O economista, Carlos Alberto da Costa, Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, que atua com áreas dos antigos Ministério da Industria e Comércio se manifestou nesta segunda-feira, 7, em várias postagens em sua conta pessoal no Twitter, em resposta a nota conjunta dos ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, neste final de semana em que eles defenderam as tarifas unificadas do Mercosul. Ele fez seis postagen em que faz críticas aos ex-presidentes e diz que o atual governo vem levando à frente uma competitividade.
“O Brasil cresce, e não conseguirão deter nossa prosperidade”, disse. Ele entende que os dois ex-presidente trabalham contra a abertura econômica que está sendo montada. Ele fala de abraço de afogados.
Veja a íntegra das declarações nas postagens:
“Lula e FHC, que destruíram as empresas com o custo Brasil de R$1,5 trilhao de reais anuais, aceitam o abraço do afogado e protestam contra a abertura comercial que iniciamos. A abertura, dialogada com nosso setor produtivo e escolhida nas urnas, será gradual, previsível e simultânea à redução do Custo Brasil. Já reduzimos o Custo Brasil em 10%, diminuiremos as alíquotas em 10% - uma tarifa de 25%, por exemplo, cai para 22,5%. É a medida certa para fortalecer a competitividade de nossas indústrias e viabilizar a redução de preços que os consumidores esperam. Até o fim do governo, pretendemos concluir a implementação de medidas com um potencial de reduzir em 2/3 esses obstáculos que 23 anos de atraso produziram. O Brasil cresce, e não conseguirão deter nossa prosperidade
O ex-Pesidente FHC demonstra certo grau de parafrenia em seu artigo de hj no Estadao, em que não enxerga a recuperação econômica do Brasil. Ao mesmo tempo, parece não lembrar de alguns indicadores do seu governo: juros reais acima de 10% em todos os anos.
Em quatro meses, atendemos a mais de 1500 pleitos do setor produtivo. Implementamos os maiores programas de crédito para pequenas e médias empresas da história. O Benefício Emergencial salvou milhões de empregos. O Auxílio Emergencial protegeu outros milhões de necessitados
O ex-Presidente, que deixou um legado de reduzir a inflação e outro de destruir o setor produtivo, parece que abandonou seu lado discreto, se afastou dos parlamentares que defendem a agenda do melhor ambiente de negócios e adotou a verborragia delirante típica de quem o sucedeu.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)