PETROBRAS: Silva e Luna assume Petrobras dizendo da proeza de reduzir volatilidade, sem desrespeitar a paridade internacional
Fala do novo presidente tem a ver com a dificuldades para enfrentar a alta de preço dos combustíveis
( Publicada originalmente às 12h 30 do dia 19/04/2021)
(Brasília-DF, 20/04/2021) Na manhã desta segunda-feira, 19, o General Joaquim Silva e Luna assumiu o cargo-mandato - em evento restriro na cidade do Rio de Janeiro(RJ) – presidente da Petrobras. Estiveram no evento na sede da estatal o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e o diretor geral da ANP, Rodolfo Saboia.
Silva e Luna falou dos desafios. Ele destacou o respeito ao plano estratégico da Petrobras mas falou da proeza de reduzir volatilidade, sem desrespeitar a paridade internacional, numa sinalização clara na questão dos preços dos combustíveis aos brasileiros.
“Não há dúvidas de que os principais desafios, entre tantos outros, são: fazer a Petrobras cada vez mais forte, trabalhando com visão de futuro, com segurança, respeito ao meio ambiente, aos acionistas e à sociedade em geral, de forma a garantir o maior retorno possível ao capital empregado; crescer sustentada em ativos de óleo e gás de classe mundial, em águas profundas e ultraprofundas, buscando incessantemente custos baixos de eficiência. E fazer tudo isso conciliando interesses de consumidores e acionistas; valorizando os nossos petroleiros; buscando reduzir volatilidade, sem desrespeitar a paridade internacional; perseguindo a redução da dívida; investindo em pesquisa e desenvolvimento; e contribuindo para a geração de previsibilidade ao planejamento econômico nacional. O Plano Estratégico da Petrobras 2021-2025 já sinaliza com as linhas mestras da superação desses desafios”, declarou.
Silva e Luna falou para o mundo interno da empresa ao justificar a escolha de seus novos diretores.
“A Petrobras tem quadro de pessoal comprometido, engajado, vibrante, profissional, com sentimento de pertencimento à empresa; e que sempre se atualiza, posicionando-se na vanguarda do conhecimento. Foi com base nesse perfil, e com a larga experiência que acumularam na empresa, que os quatro novos diretores foram escolhidos.” O presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Eduardo Bacellar, também falou sobre a escolha. “A reconhecida capacidade técnica dos escolhidos para a diretoria reforça a meritocracia na companhia.”
Tomaram posse na mesma cerimônia Rodrigo Araujo Alves como Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores; Cláudio Rogério Linassi Mastella, Diretor Executivo de Comercialização e Logística; Fernando Assumpção Borges, Diretor Executivo de Exploração e Produção; e João Henrique Rittershaussen, Diretor Executivo de Desenvolvimento da Produção. Foram reconduzidos Nicolás Simone como Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação, Roberto Furian Ardenghy como Diretor Executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade e Rodrigo Costa Lima e Silva como Diretor Executivo de Refino e Gás Natural. O diretor de Conformidade e Conformidade, Salvador Dahan, substituirá Marcelo Zenkner em maio.
Futuro
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque falou sobre os desafios da companhia para o futuro.
“Diante de vários obstáculos que têm modificado o comportamento das pessoas e das corporações, a Petrobras segue uma trajetória histórica de transformação necessária e positiva tanto para a companhia quanto para a sociedade, concentrando seus esforços naquilo que sabe fazer de melhor e que a colocou como referência mundial: a exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas e ultraprofundas”.
Ministro do MME, Bento Abuquerque
Bento Albuquerquer falou da necessidade de a companhia continuar seus processos de desinvestimento. “Destaco os projetos de desinvestimentos que têm contribuído para que a empresa reduza sua dívida e aumente sua capacidade de investimentos em operações com maior retorno financeiro. Tais medidas vão ao encontro dos compromissos com o Cade e dos objetivos da política energética nacional: promover a concorrência no mercado de petróleo e gás natural”.
( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)