Randofe Rodrigues pergunta o que o Presidente Jair Bolsonaro tem medo com a CPI da Pandemia; ele diz que não dá para brincar de poder público
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( Publicada originalmente às 14h 15 do dia 12/04/2021)
(Brasília-DF, 13/04/2021) O senador Randolfe Rodrigues(REDE-AP) evitou entrar na discussão mais dura com o presidente Jair Bolsonaro( sem partido) nas redes sociais, mesmo depois de tomar conhecimento que foi chamado de canalha e que poderia ser convocado para uma “briga de rua” com o Presidente . Ele preferiu publicar algunas postagens em sua conta no Twitter com vários pontos que podem ser investigados na CPI da Pandemia e perguntou o que o chefe do Executivo tem medo.
O senador pela Rede Sustentabilidade diz que não é hora de ficar brincando de poder público.
“Do que Bolsonaro tem medo? A CPI da COVID, afinal, só quer apurar, dentre outras coisas em relação à pandemia:
1. O atraso na compra de vacinas da Pfizer.
2. Falha grosseira na aquisição de seringas, insumos, equipamentos e na estruturação do Sistema de Saúde.
3. Gasto exacerbado com medicamentos sem eficácia comprovada.
4. Aglomerações causadas pelo presidente e sua comitiva em todo o país.
5. Em meio à pandemia, superfatura nas compras do Governo.
6. Omissão diante das mortes por falta de oxigênio em Manaus.
7. Negligência diante da escassez do kit intubação.
8. Incompetência na distribuição de vacinas, especialmente em relação à logística.
9. Negacionismo, discurso de sabotagem às medidas de isolamento.
10. O não uso e o incentivo ao não uso de máscaras.
11. Tentativa de maquiar número de mortes por COVID.
12. Falta de transparência na divulgação de casos.
13. Ataques aos poderes.
14. Desgaste das relações internacionais que nos garantiriam melhor negociação de vacinas.
Será que Bolsonaro tem medo da resposta de algum desses questionamentos? O povo está morrendo, e não temos tempo pra brincar de poder público. Precisamos salvar vidas, vacinar, colocar comida na mesa e estancar imediatamente essa crise!”, disse Randolfe Rodrigues.
(da redação com informações de redes sociais. Edição: Genésio Araújo Jr)