31 de julho de 2025
Brasil e Poder

COMENTÁRIO DO DIA: Desobediência presidencial!

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Publicado em
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( Publicada originalmente às 08h 50 do dia 12/03/2021) 

(Brasília-DF, 15/03/2021)  Sexta-feira começa nublada na capital federal.  Mais um dia de restrições que estão irritando muito o Presidente Bolsonaro.

Não haverá sessão no Senado Federal, mas há promesssa de sessão debates na segunda-feira.

Na Câmara, haverá trabalhos em comissões permanentes que ainda estão sendo instaldas. Não haverá sessão depois de três dias de votações por conta da PEC Emergencial.

Expectativa sobre números econômicos. O Presidente Bolsonaro anuncia vários compromissos nesta sexta-feira. O Judiciário, é como já dissemos noutro momento, não é para se duvidar!

Mas e o tal do Estado de Sítio, heim?!

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COMENTÁRIO

Pelo segundo dia, justo quando completamos 1 ano de decretação da pandemia mundial pela OMS, passamos de 2 mil mortes pelo coronavirus. Há projeções de que essa média vá se manter por algum tempo, infelizmente.

Com ausência de vacinas, governadores e prefeitos dobram a aposta no fechamento de atividades. A experiência do efetivo lockdown, à la Europa, na cidade de Araraquara, em São Paulo, tem sido considerada um suceso.

Bolsonaro já falou que “seu exército” não vai obrigar ninguém a ficar em casa numa  critica aos governadores. Agora, são chefes de executivos estaduais, alguns que lhe dão apoio, que fecham mais e mais atividades. Em seu Live nas redes sociais dessa quinta-feira, tratou de divulgar várias informações que não são comprováveis, é lamentável dizer isso.

Bolsonaro falou de um estado de sítio montado por governadores e sugeriu uma ditadura e uso das Forças Armadas, se o povo quiser, contra as decisões dos governadores. Alguém pode dizer: é só fanfarronice de nosso Presidente!

O problema é que o novo auxílio emergencial deverá começar a ser pago antes do dia 22 de março. O Pacto pela Vida assinado pelos governadores sem vacina pode garantir, também, o passo seguinte a um lockdown nacional feito pelos governadores signatários.

A pergunta que não quer calar. Bolsonaro poderia defender uma desobediência civil generalizada?

Deixa pra lá. Estava só pensando alto!

Foi Genésio Araújo Jr, de Brasilia

 

( da redação)