31 de julho de 2025
Brasil e Poder

Ricardo Barros destaca que aprovação da autonomia do Banco Central sinaliza a investidores que país terá “estabilidade”

Líder do governo na Câmara destacou, ainda, placar com folgas que aprovou uma matéria que tramitava a quase 30 anos na primeira deliberação sob a condução do novo presidente da Casa, deputado Arthur Lira

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Ricardo Barros

( Publicada originalmente às 11h 00 do dia 11/02/2021) 

(Brasília-DF, 12/02/2021) O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), destacou nesta quinta-feira, 11, a aprovação “folgada” pelo plenário da Câmara dos Deputados do Projeto de Lei Complementar (PLP) 19/19 que concede autonomia político-administrativa ao Banco Central do Brasil (BCB). Segundo ele, o resultado da votação sinaliza aos investidores que o país terá “estabilidade” para que eles possam aplicar seus recursos sem medo de mudanças bruscas no cenário econômico nacional.

Ricardo Barros destacou, ainda, que placar com folgas que aprovou uma matéria que tramitava a quase 30 anos na primeira deliberação sob a condução do novo presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), demonstra também que àquela Casa legislativa está pronta para aprovar demais projetos que provoquem “oportunidades de geração e de desenvolvimento de empreços”. De acordo com ele, a aprovação da autonomia do BCB garantirá uma onde de “mais investimentos” e um “custo da rolagem da dívida [pública] mais baixa”.

“Foi um bom placar. Demonstra a nova base do governo, firme e sólida. Um projeto importante, 29 anos tramitando aqui na Casa e que dá um excelente sinal para os brasileiros de que vamos ter controle da inflação, vamos ter administração monetária adequada e que o Senado ficará vigilante com esses diretores. É importante que tenhamos demonstrado força na primeira votação sob a presidência do Arthur Lira”, comentou.

“[Isso] significa que os diretores do Banco Central, como das agências reguladoras, não podem ser demitidos pelo presidente. Eles tem mandato e se houver algum problema serão afastados pelo Senado. Isso dá uma estabilidade ao sistema de modo que entre um governo e outro, os diretores permanecem e dão segurança de que a administração da moeda brasileira estará sob um clima de estabilidade”, complementou.

(por Humberto Azevedo, especial para a Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)