Jean Paul Prates elogia condução de Rodrigo Pacheco e diz que oposição vai “combater duramente” projetos que pretendem privatizar estatais
Novo líder da minoria daquela Casa legislativa, o petista potiguar defendeu ainda celeridade na aquisição de vacinas para imunizar a população brasileira, assim como fortalecimento dos programas sociais “sem medo do endividamento interno”
( Publicada originalmente às 16h 30 do dia 09/02/2021)
(Brasília-DF, 10/02/2021) O senador Jean Paul Prates (PT-RN) elogiou nesta terça-feira, 09, a condução do novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), na primeira reunião de líderes daquela Casa legislativa e garantiu que a oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) irá “combater duramente” projetos que pretendem privatizar estatais como os Correios e a Eletrobras.
Novo líder da minoria daquela Casa legislativa, o senador petista potiguar defendeu ainda a celeridade na aquisição de vacinas para imunizar a população brasileira contra o novo coronavírus (covid-19), que já matou mais de 231 mil brasileiros, assim como o fortalecimento dos programas sociais “sem medo do endividamento interno”.
“O que nós manifestamos absolutamente contrário é a aprovação das chamadas pautas oportunistas. Eu chamo de pautas oportunistas àquelas que tem a ver com venda de ativos prioritários do Brasil. Venda dos Correios, da Eletrobras, ou do controle dela, venda de refinaria da Petrobras e de ativos em geral do Estado brasileiro num momento de recuperação, ou que bem ainda nem saímos de uma pandemia, num momento de depressão econômica geral, num momento de desinteresse dos melhores potenciais compradores e, pior ainda, a casos que nem há que cogitar a qualidade do comprador. É simplesmente o caso de não se vender. Não é hora de vender nada e muito menos os ativos estratégicos do Brasil”, falou.
“Salientei também que nós temos uma grande capacidade de construção supra-partidária, principalmente, no que diz respeito a prioridade absoluta para a vacinação geral da população brasileira quanto antes e o combate ao recrudescimento do vírus, às fake news de remédios, sobre questões de logística em relação a vacina, aos ataques políticos, que esvaziam essa possibilidade que a gente tenha, ou que dificultam que a gente tenha a vacinação o mais rápido possível para toda a população. Também tratamos da prorrogação de programas sociais, auxílio emergencial, financiamentos a setores, isenções e eu propus que isso fosse feito, fora a questão da renda mínima, que é uma questão que tem que ser separada e a gente está a favor de colocar isso na pauta urgentemente”, complementou.
(por Humberto Azevedo, especial para a Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)