31 de julho de 2025
Brasil e Poder

SUCESSÃO NO SENADO: Rodrigo Pacheco, nome de Bolsonaro e do PT ao comando do Senado, lança candidatura e diz que atuará para defender a democracia e na pacificação dos brasileiros

Oriundo do MDB, senador mineiro do DEM ressaltou sua formação jurídica em defesa das liberdades individuais; além do apoio do presidente brasileiro e dos petistas, ele conta também com apoio do atual presidente daquela Casa legislativa

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( Publicada originalmente às 20h 59 do dia 19/01/2021) 

(Brasília-DF, 20/01/2021) O senador e líder do DEM naquela Casa legislativa, Rodrigo Pacheco (MG), anunciou, de forma oficial, nesta terça-feira, 19, sua candidatura à presidência do Senado Federal com a promessa de atuar na defesa da democracia e na pacificação dos brasileiros. Ele é o candidato preferido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e também dos senadores do PT ao comando do Congresso.

Oriundo do MDB do qual foi deputado federal na última legislatura entre 2.015-2.019, o senador mineiro do DEM, ressaltou sua formação jurídica em defesa das liberdades individuais, poder alcançar a confiança dos demais pares. Para se eleger, ele precisará obter no mínimo 41 votos de 81 senadores na eleição prevista para acontecer no dia 1º de fevereiro. Além de agregar apoios tão antagônicos como do presidente brasileiro e dos petistas, Pacheco conta também com apoio do atual presidente daquela Casa legislativa, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), e com o apoio formal das bancadas do PDT, PL, PSC, PSD, PP, PROS e Republicanos, além do apoio do seu próprio partido, o DEM.

“Tenho 44 anos de idade, sou advogado por profissão, tive um mandato de deputado federal e atualmente represento, com orgulho, o meu Estado de Minas Gerais nesta Casa da Federação. Reconheço a necessidade de se manterem os méritos e os avanços da gestão atual, e estou ciente de que os novos desafios do Brasil demandarão novas soluções, para as quais empenharei esforços na exata medida em que me comprometo com bases que sucintamente elenco”, iniciou em sua apresentação.

“Defender a República, a Federação e o Estado Democrático de Direito, bem como os seus princípios e preceitos orientadores; Garantir as liberdades, a democracia, as estabilidades social, política e econômica do País, bem como a segurança jurídica, a ética e a moralidade pública, com respeito às Leis e à Constituição Federal; Preservar a independência do Senado Federal, premissa fundamental para a tomada de decisões políticas livres e autônomas que sejam de interesse da Nação e dos brasileiros; (...) Buscar permanentemente a unificação das instituições em torno de um objetivo comum, o bem geral, e a pacificação da sociedade brasileira, sob o manto do diálogo e da busca do consenso, tendo como paradigma a independência harmônica entre os poderes”, complementou

 

(por Humberto Azevedo, especial para a Agência Política Real, com edição de Genésio Jr.)