Alagoas. Movimento unificado da saúde pede apoio da Assembléia para negociar com Executivo.
A Poítica Real está atenta.
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( Brasília-DF, 10/10/2007) A Política Real teve acesso. Os servidores públicos do Estado de Alagaos voltaram a investir na capacidade de negociação do poder Legislativo com o Governo do Estado. Na tarde desta quarta-feira, 10, em Maceió, os representantes do Movimento Unificado da Saúde voltaram a procurar o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Antonio Albuquerque (DEM), com a informação de que a categoria terá o corte do adicional noturno, já no salário deste mês, que será liberado nesta quinta-feira para a primeira faixa salarial.
No encontro informal, realizado ainda no plenário da ALE, depois da sessão ordinária, Albuquerque anunciou boas perspectivas para o movimento, apesar de não revelar detalhes. “Tenho informações palacianas que não deverá haver nenhum tipo de corte de gratificações e esta greve está bem próxima de chegar ao fim”, garantiu o presidente da ALE. De acordo com Albuquerque, a negociação do governo do Estado com os servidores de nível médio da saúde, em greve há 51 dias, passa pela discussão do ajuste fiscal, imposto pelo governo federal.
O parlamentar explicou que a proposta para o ajuste impede a concessão de qualquer reajuste para servidores públicos. “O governo está tomando todas as medidas para evitar que o funcionalismo público seja beneficiado agora e prejudicado no próximo ano”, esclareceu Antonio Albuquerque.
( da redação com informações de assessoria)
No encontro informal, realizado ainda no plenário da ALE, depois da sessão ordinária, Albuquerque anunciou boas perspectivas para o movimento, apesar de não revelar detalhes. “Tenho informações palacianas que não deverá haver nenhum tipo de corte de gratificações e esta greve está bem próxima de chegar ao fim”, garantiu o presidente da ALE. De acordo com Albuquerque, a negociação do governo do Estado com os servidores de nível médio da saúde, em greve há 51 dias, passa pela discussão do ajuste fiscal, imposto pelo governo federal.
O parlamentar explicou que a proposta para o ajuste impede a concessão de qualquer reajuste para servidores públicos. “O governo está tomando todas as medidas para evitar que o funcionalismo público seja beneficiado agora e prejudicado no próximo ano”, esclareceu Antonio Albuquerque.
( da redação com informações de assessoria)