Nordeste e Turismo. Nordestinos continuam em busca de solução para redução dos vôos.
Jobim já definiu o plano B para evitar que caos, face ausência de nova malha aérea, se instale nos aeroportos a partir de dezembro.
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( Brasília-DF, 10/10/2007) A Política Real está atenta.
O ministro Nélson Jobim, da Defesa, pressionado pela classe política nordestina vai apresentar, em breve, uma alternativa à paralização nas decisões na Anac, que é quem pode definir a nova malha aérea nacional. A Agência Nacional de Aviação Civil está acéfala e com a insistência do diretor geral Milton Zuanazi, em ficar no cargo, já se monta um Plano B visto que se houve uma nova crise, agora de demanda e não mais de oferta como se viu nos últimos 12 meses – Jobim poderia ser abatido em pleno solo, antes de chegar nas nuvens.
Há duas semanas a bancada federal da Bahia foi em peso visitá-lo para criticar a situação da malha, com o corte de muitos vôos para aquele estado. O estado da Paraíba vive uma paralização neste setor. Hoje, a Política Real publicou a reclamação de um parlamentar daquele estado. Hoje,também, o governador Cid Gomes e o deputado federal Ciro Gomes(PSB-CE) reclamaram na Infraero das perdas que o trade do Estado já começa a sentir. Receberam a informação que já foi passada ao baianos: tudo dependeria da Anac.
Os estados do Norte e do Nordeste foram os mais atingidos com a decisão das empresas de reduzir os vôos com a impossibilidade de não sairem mais de Congonhas, direto para esses estados. As empresas, por conta própria, teriam diluído os vôos pois elas consideram que a redução do peso para descer em Congonhas as inviabiliza e que seria muito arriscado gerar vôos doutras praças enquanto não ficar claro a performace dos novos hubers. Com a impossibilidade de se ter uma solução via Anac, o ministro Jobim decidiu ocupar a economista Solange Vieira no posto de secretária Nacional de Aviação Civil. Ela iria para a Anac com a certeza de ocupar o posto de Zuanazi, porém neste novo posto que só foi criado no início da semana, publicado no D.O.U – ela vai fiscalizar o trabalho tanto da Infraero, como da Anac e do DCEA, Departamento de Controle de Espaço Aéreo. A Secretaria é ligado ao Ministério da Defesa.
Na prática, a nova Secretaria vai montar uma nova proposta de malha área, pois como a Anac, que prometou montar esse projeto não o fez em face da crise de comando que viveu e vive, a economista Solange Vieira deverá montar algo para quando a agência voltar à tona o país não ser forçado a esperar nova formulação neste setor. Jobim, na prática, se prepara para que o mês de dezembro, quando chegam as festas de fim de ano e férias, não se viva outra crise. Há convicção dentro do Ministério da Defesa e da Infraero que a crise do passado é do passado e o que vier será motivado por outros problemas, como essa da necessidade de uma nova malha aérea.
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)
O ministro Nélson Jobim, da Defesa, pressionado pela classe política nordestina vai apresentar, em breve, uma alternativa à paralização nas decisões na Anac, que é quem pode definir a nova malha aérea nacional. A Agência Nacional de Aviação Civil está acéfala e com a insistência do diretor geral Milton Zuanazi, em ficar no cargo, já se monta um Plano B visto que se houve uma nova crise, agora de demanda e não mais de oferta como se viu nos últimos 12 meses – Jobim poderia ser abatido em pleno solo, antes de chegar nas nuvens.
Há duas semanas a bancada federal da Bahia foi em peso visitá-lo para criticar a situação da malha, com o corte de muitos vôos para aquele estado. O estado da Paraíba vive uma paralização neste setor. Hoje, a Política Real publicou a reclamação de um parlamentar daquele estado. Hoje,também, o governador Cid Gomes e o deputado federal Ciro Gomes(PSB-CE) reclamaram na Infraero das perdas que o trade do Estado já começa a sentir. Receberam a informação que já foi passada ao baianos: tudo dependeria da Anac.
Os estados do Norte e do Nordeste foram os mais atingidos com a decisão das empresas de reduzir os vôos com a impossibilidade de não sairem mais de Congonhas, direto para esses estados. As empresas, por conta própria, teriam diluído os vôos pois elas consideram que a redução do peso para descer em Congonhas as inviabiliza e que seria muito arriscado gerar vôos doutras praças enquanto não ficar claro a performace dos novos hubers. Com a impossibilidade de se ter uma solução via Anac, o ministro Jobim decidiu ocupar a economista Solange Vieira no posto de secretária Nacional de Aviação Civil. Ela iria para a Anac com a certeza de ocupar o posto de Zuanazi, porém neste novo posto que só foi criado no início da semana, publicado no D.O.U – ela vai fiscalizar o trabalho tanto da Infraero, como da Anac e do DCEA, Departamento de Controle de Espaço Aéreo. A Secretaria é ligado ao Ministério da Defesa.
Na prática, a nova Secretaria vai montar uma nova proposta de malha área, pois como a Anac, que prometou montar esse projeto não o fez em face da crise de comando que viveu e vive, a economista Solange Vieira deverá montar algo para quando a agência voltar à tona o país não ser forçado a esperar nova formulação neste setor. Jobim, na prática, se prepara para que o mês de dezembro, quando chegam as festas de fim de ano e férias, não se viva outra crise. Há convicção dentro do Ministério da Defesa e da Infraero que a crise do passado é do passado e o que vier será motivado por outros problemas, como essa da necessidade de uma nova malha aérea.
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)