Nordeste e o Emprego. Folha de pagamento real teve algum avanço; Comparado com ano passado Nordeste tem destaque positivo.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 13/09/2007) A Política Real teve acesso. Em julho, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente avançou 0,9% em relação ao mês imediatamente anterior, após assinalar variação positiva de 0,2% em junho. Ainda na série ajustada, o indicador de média móvel trimestral fica praticamente estável (0,1%) entre os trimestres encerrados em junho e julho.
No confronto com igual período do ano anterior, os resultados continuaram positivos: 5,5% no indicador mensal e 4,6% no acumulado no ano. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, mostrou ganho entre os meses de junho (3,2%) e julho (3,5%), seguindo em trajetória ascendente desde dezembro de 2006.
O valor da folha de pagamento real cresceu 5,5% em comparação a julho do ano anterior, com taxas positivas em treze dos quatorze locais pesquisados. A maior contribuição positiva veio de São Paulo (4,7%), por conta, principalmente, do aumento salarial em meios de transporte (7,4%), produtos químicos (10,7%) e produtos de metal (5,8%). Em seguida, vale mencionar Rio Grande do Sul (9,9%), em virtude de produtos de metal (60,6%), meios de transporte (17,5%) e alimentos e bebidas (10,6%, 1); Rio de Janeiro (10,3%), em função da indústria extrativa (45,7%), meios de transporte (18,9%) e máquinas e equipamentos (18,2%, 1); e Minas Gerais (5,9%), por conta de produtos de metal (24,3%), alimentos e bebidas (9,3%) e máquinas e equipamentos (16,2%). Por outro lado, a única queda foi verificada na Bahia (-0,4%), em razão da redução salarial em alimentos e bebidas (-11,6%) e calçados e artigos de couro (-13,5%).
Setorialmente, ainda no indicador mensal, o valor da folha de pagamento real aumentou em quatorze das dezoito atividades. Os maiores impactos positivos vieram de meios de transporte (8,4%), alimentos e bebidas (6,0%), produtos de metal (14,3%) e indústria extrativa (19,2%). Em sentido contrário, as principais pressões negativas foram observadas em papel e gráfica (-4,1%), madeira (-11,6%) e fumo (-15,2%).
O indicador acumulado no ano avançou 4,6%, com expansão da folha de pagamento real em todos os locais pesquisados. A principal contribuição positiva foi assinalada por São Paulo (3,4%), devido a produtos químicos (10,0%), meios de transporte (3,0%) e alimentos e bebidas (3,6%). Outras influências positivas vieram de Minas Gerais (5,9%), Região Nordeste (6,6%) e Rio Grande do Sul (6,0%), por conta, respectivamente, da indústria extrativa (14,8%) e de alimentos e bebidas (10,3%, 1); alimentos e bebidas (7,8%) e refino de petróleo e produção de álcool (27,6%, 1); produtos de metal (38,2%) e alimentos e bebidas (12,2%).
Em termos setoriais, ainda no acumulado no ano, treze segmentos elevaram o valor da folha de pagamento, destacando-se alimentos e bebidas (6,7%), produtos químicos (9,5%), indústria extrativa (16,5%) e meios de transporte (3,9%). Do lado negativo, papel e gráfica (-3,8%), madeira (-7,5%) e calçados e artigos de couro (-2,8%) exerceram as perdas mais significativas.
( da redação com informações de assessoria)
No confronto com igual período do ano anterior, os resultados continuaram positivos: 5,5% no indicador mensal e 4,6% no acumulado no ano. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, mostrou ganho entre os meses de junho (3,2%) e julho (3,5%), seguindo em trajetória ascendente desde dezembro de 2006.
O valor da folha de pagamento real cresceu 5,5% em comparação a julho do ano anterior, com taxas positivas em treze dos quatorze locais pesquisados. A maior contribuição positiva veio de São Paulo (4,7%), por conta, principalmente, do aumento salarial em meios de transporte (7,4%), produtos químicos (10,7%) e produtos de metal (5,8%). Em seguida, vale mencionar Rio Grande do Sul (9,9%), em virtude de produtos de metal (60,6%), meios de transporte (17,5%) e alimentos e bebidas (10,6%, 1); Rio de Janeiro (10,3%), em função da indústria extrativa (45,7%), meios de transporte (18,9%) e máquinas e equipamentos (18,2%, 1); e Minas Gerais (5,9%), por conta de produtos de metal (24,3%), alimentos e bebidas (9,3%) e máquinas e equipamentos (16,2%). Por outro lado, a única queda foi verificada na Bahia (-0,4%), em razão da redução salarial em alimentos e bebidas (-11,6%) e calçados e artigos de couro (-13,5%).
Setorialmente, ainda no indicador mensal, o valor da folha de pagamento real aumentou em quatorze das dezoito atividades. Os maiores impactos positivos vieram de meios de transporte (8,4%), alimentos e bebidas (6,0%), produtos de metal (14,3%) e indústria extrativa (19,2%). Em sentido contrário, as principais pressões negativas foram observadas em papel e gráfica (-4,1%), madeira (-11,6%) e fumo (-15,2%).
O indicador acumulado no ano avançou 4,6%, com expansão da folha de pagamento real em todos os locais pesquisados. A principal contribuição positiva foi assinalada por São Paulo (3,4%), devido a produtos químicos (10,0%), meios de transporte (3,0%) e alimentos e bebidas (3,6%). Outras influências positivas vieram de Minas Gerais (5,9%), Região Nordeste (6,6%) e Rio Grande do Sul (6,0%), por conta, respectivamente, da indústria extrativa (14,8%) e de alimentos e bebidas (10,3%, 1); alimentos e bebidas (7,8%) e refino de petróleo e produção de álcool (27,6%, 1); produtos de metal (38,2%) e alimentos e bebidas (12,2%).
Em termos setoriais, ainda no acumulado no ano, treze segmentos elevaram o valor da folha de pagamento, destacando-se alimentos e bebidas (6,7%), produtos químicos (9,5%), indústria extrativa (16,5%) e meios de transporte (3,9%). Do lado negativo, papel e gráfica (-3,8%), madeira (-7,5%) e calçados e artigos de couro (-2,8%) exerceram as perdas mais significativas.
( da redação com informações de assessoria)