Nordeste e os Governadores. Cássio Cunha Lima vai defender Guerra Fiscal, hoje.
Na agenda de Cunha Lima o encontro com Temporão será antes do encontro com os governadores.
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( Brasília-DF, 11/09/2007) A Política Real está atenta. O governador Cássio Cunha Lima vai defender a Guerra Fiscal hoje no encontro dos governadores nordestinos com o Ministro da Fazenda.
ANTES - O primeiro encontro é com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, vai tratar da liberação de “recursos extraordinários” para atender a demanda do setor, principalmente o reajustamento para procedimentos médicos do atendimento pelo SUS, e a reforma da rede hospitalar. Pelo menos foi isso que foi divulgado pela assessoria do governador paraibano.
Na semana passada, Cássio se reuniu com o ministro Temporão, quando este se comprometeu em ampliar o teto financeiro do Governo do Estado e de algumas prefeituras para atendimento hospitalar, alocação de recursos para o reajustamento da tabela do SUS para procedimentos médicos. “Esperamos que nesta reunião tenhamos uma definição quanto ao maior volume de recursos por parte do governo federal para ajudar a superar toda esta crise”, disse.
A outra reunião será com o ministro Guido Mantega. O encontro promovido pelo Ministério da Fazenda reunirá todos os governadores do Nordeste para discutir dois temas: a reforma tributária e a CPMF.
A reunião com Mantega vem sendo aguardada com bastante expectativa pelos governadores nordestinos. Durante encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria, na última segunda-feira ,3, em Recife (PE), Cássio destacou perante seus colegas sua preocupação com as pressões em torno do fim da chamada “guerra fiscal”.
Para o governador, embora tente se consolidar em nível nacional uma imagem negativa em relação à guerra fiscal, o instrumento terminou por apresentar um lado positivo, principalmente para os estados nordestinos: ajudou a atrair investimentos e assegurar a “compra de empregos”.
“Vamos deixar claro para o ministro o que defendemos na reunião de Recife: não aceitamos abrir mão da guerra fiscal sem que seja garantido aos estados condições mínimas compensatórias e segurança jurídica para que o que foi celebrado como compromisso com os investidores”, adianta o governador Cássio.
Cássio pretende também abrir discussão com o ministro de um tema extra-pauta: a crise na saúde pública no Brasil. Com o anúncio pelo próprio Guido Mantega na semana passada de um pacote emergencial de R$ 2 bilhões para os estados, o governador paraibano quer colher maiores detalhes do Ministério da Fazenda sobre os critérios e a aplicação desses recursos.
( da redação com informações de assessoria)
ANTES - O primeiro encontro é com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, vai tratar da liberação de “recursos extraordinários” para atender a demanda do setor, principalmente o reajustamento para procedimentos médicos do atendimento pelo SUS, e a reforma da rede hospitalar. Pelo menos foi isso que foi divulgado pela assessoria do governador paraibano.
Na semana passada, Cássio se reuniu com o ministro Temporão, quando este se comprometeu em ampliar o teto financeiro do Governo do Estado e de algumas prefeituras para atendimento hospitalar, alocação de recursos para o reajustamento da tabela do SUS para procedimentos médicos. “Esperamos que nesta reunião tenhamos uma definição quanto ao maior volume de recursos por parte do governo federal para ajudar a superar toda esta crise”, disse.
A outra reunião será com o ministro Guido Mantega. O encontro promovido pelo Ministério da Fazenda reunirá todos os governadores do Nordeste para discutir dois temas: a reforma tributária e a CPMF.
A reunião com Mantega vem sendo aguardada com bastante expectativa pelos governadores nordestinos. Durante encontro promovido pela Confederação Nacional da Indústria, na última segunda-feira ,3, em Recife (PE), Cássio destacou perante seus colegas sua preocupação com as pressões em torno do fim da chamada “guerra fiscal”.
Para o governador, embora tente se consolidar em nível nacional uma imagem negativa em relação à guerra fiscal, o instrumento terminou por apresentar um lado positivo, principalmente para os estados nordestinos: ajudou a atrair investimentos e assegurar a “compra de empregos”.
“Vamos deixar claro para o ministro o que defendemos na reunião de Recife: não aceitamos abrir mão da guerra fiscal sem que seja garantido aos estados condições mínimas compensatórias e segurança jurídica para que o que foi celebrado como compromisso com os investidores”, adianta o governador Cássio.
Cássio pretende também abrir discussão com o ministro de um tema extra-pauta: a crise na saúde pública no Brasil. Com o anúncio pelo próprio Guido Mantega na semana passada de um pacote emergencial de R$ 2 bilhões para os estados, o governador paraibano quer colher maiores detalhes do Ministério da Fazenda sobre os critérios e a aplicação desses recursos.
( da redação com informações de assessoria)