31 de julho de 2025

Nordeste e Indústria. PE: Setor recuou 4,2 % em referência a julho e a junho.

A Política Real teve acesso.

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( Brasília-DF, 10/09/2007) A Política Real teve acesso. A produção industrial de Pernambuco , em julho recua 4,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, após também apontar queda (0,3%) em junho. Nos confrontos com iguais períodos de 2006, os indicadores mensal (3,3%) e acumulado no ano (6,1%) foram positivos. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 5,6% em junho para 5,5% em julho, fica praticamente estável.

O indicador mensal (3,3%) da indústria pernambucana, que cresceu pelo vigésimo primeiro mês consecutivo, mostra taxas positivas em sete das onze atividades pesquisadas, com o maior impacto na média global vindo de produtos químicos (14,1%). Neste segmento, o principal avanço foi observado no item tintas e vernizes. Também vale destacar os resultados positivos de minerais não-metálicos (21,6%), em função da maior fabricação de pias, banheiras e bidês de cerâmica; e garrafas, garrafões e frascos de vidro para embalagem; e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (25,9%), em virtude do aumento na produção de pilhas e baterias elétricas, e baterias e acumuladores elétricos para veículos. Por outro lado, as influências negativas mais significativas vieram de alimentos e bebidas (-5,2%) e metalurgia básica (-4,5%), devido, respectivamente, à menor produção de cachaça e sorvetes; e fio-máquina de aço ao carbono, e vergalhões de aço ao carbono.

O indicador acumulado no ano cresceu 6,1%, com expansão da produção em nove setores industriais. As maiores contribuições positivas vieram de produtos químicos (20,0%), alimentos e bebidas (4,1%) e produtos de metal (14,5%). Estas atividades apresentaram, respectivamente, aumento na produção de tintas e vernizes, e borracha de estireno-butadieno; sorvetes e açúcar cristal; latas de alumínio para embalagem, e rolhas, tampas ou cápsulas metálicas. Por outro lado, as duas únicas quedas, em máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,1%) e em calçados e artigos de couro (-11,1%), foram influenciadas, sobretudo, pelos itens pilhas ou baterias elétricas; e couros e peles de bovinos.

( da redação com informações de assessoria)