Nordeste e a Indústria. CE: Setor acaba sofrendo recuo de 5,8% após meses de avanço.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 10/09/2007) A Política Real teve acesso. Em julho, a produção industrial do Ceará ajustada sazonalmente recuou 5,8% em relação ao mês imediatamente anterior, após dois meses seguidos de crescimento, acumulando expansão de 4,8%. Nas comparações com iguais períodos do ano anterior, a produção industrial cearense apresentou queda tanto frente a julho de 2006 (-4,7%), como no acumulado no ano (-0,3%). O indicador acumulado nos últimos doze meses, que assinala expansão de 3,4%, prossegue em trajetória descendente deste janeiro deste ano (7,0%).
No indicador mensal, a indústria cearense recuou 4,7%, com taxas negativas em seis dos dez ramos pesquisados, cabendo o maior impacto negativo ao setor têxtil (-11,3%), influenciado principalmente pela queda na produção de fios e tecidos de algodão. Vale mencionar também os recuos observados em refino de petróleo e produção de álcool (-35,7%), em função da menor fabricação de gasolina e asfalto; e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-48,0%), por conta do decréscimo na produção de transformadores. Em sentido contrário, as maiores contribuições positivas vieram de produtos químicos (28,7%), em função do aumento na produção de tintas e vernizes e carbonato de cálcio; e de metalurgia básica (200,1%), explicada não só pela maior fabricação de vergalhões de aço ao carbono; e de lingotes, blocos ou placas de aço ao carbono, mas também por uma baixa base de comparação, em função da paralisação para reforma de uma grande empresa do setor.
No indicador acumulado no ano, que assinala variação negativa de 0,3%, cinco atividades mostram queda na produção, com o principal impacto sendo observado em refino de petróleo e produção de álcool (-37,8%), seguido, em menor escala, por têxtil (-6,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-24,7%). Nestes setores, as principais influências vieram de gasolina e gás liqüefeito de petróleo (GLP) no primeiro setor, tecidos e fios de algodão, no segundo, e transformadores no último. Por outro lado, as maiores influências positivas foram assinaladas por alimentos e bebidas (9,2%), em virtude da maior produção de amendoim e castanha de caju torrados, e refrigerantes; e por produtos químicos (22,1%), devido, ao aumento na fabricação de tintas e vernizes e vacinas veterinárias.
( da redação com informações de assessoria)
No indicador mensal, a indústria cearense recuou 4,7%, com taxas negativas em seis dos dez ramos pesquisados, cabendo o maior impacto negativo ao setor têxtil (-11,3%), influenciado principalmente pela queda na produção de fios e tecidos de algodão. Vale mencionar também os recuos observados em refino de petróleo e produção de álcool (-35,7%), em função da menor fabricação de gasolina e asfalto; e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-48,0%), por conta do decréscimo na produção de transformadores. Em sentido contrário, as maiores contribuições positivas vieram de produtos químicos (28,7%), em função do aumento na produção de tintas e vernizes e carbonato de cálcio; e de metalurgia básica (200,1%), explicada não só pela maior fabricação de vergalhões de aço ao carbono; e de lingotes, blocos ou placas de aço ao carbono, mas também por uma baixa base de comparação, em função da paralisação para reforma de uma grande empresa do setor.
No indicador acumulado no ano, que assinala variação negativa de 0,3%, cinco atividades mostram queda na produção, com o principal impacto sendo observado em refino de petróleo e produção de álcool (-37,8%), seguido, em menor escala, por têxtil (-6,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-24,7%). Nestes setores, as principais influências vieram de gasolina e gás liqüefeito de petróleo (GLP) no primeiro setor, tecidos e fios de algodão, no segundo, e transformadores no último. Por outro lado, as maiores influências positivas foram assinaladas por alimentos e bebidas (9,2%), em virtude da maior produção de amendoim e castanha de caju torrados, e refrigerantes; e por produtos químicos (22,1%), devido, ao aumento na fabricação de tintas e vernizes e vacinas veterinárias.
( da redação com informações de assessoria)