Nordeste e a Indústria. Setor avançou somento 0,3% em julho.
Comparado com julho do ano passado, avanço foi bem maior, 4,0%.
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( Brasília-DF, 10/09/2007) A Política Real teve acesso. A indústria do Nordeste , em julho, apresentou variação positiva de 0,3% em relação a junho, na série livre dos efeitos sazonais, terceiro resultado positivo consecutivo, acumulando nesse período ganho de 4,0%. Na comparação com igual mês do ano anterior observa-se crescimento de 4,4%, enquanto no indicador acumulado no ano a expansão foi de 2,6%. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, fica praticamente estável na passagem de junho (2,8%) para julho (2,9%).
No indicador mensal (4,4%), oito dos onze segmentos pesquisados assinalam taxas positivas, cabendo à produtos químicos (8,8%) o principal impacto na média global. Também vale mencionar as contribuições positivas de refino de petróleo e produção de álcool (9,7%) e de minerais não-metálicos (15,8%). Nestes setores, os destaques são os itens: misturas de alquibenzenos, tintas e vernizes; óleo diesel, álcool etílico; e cimento, respectivamente. Por outro lado, celulose e papel (-4,0%) e indústria extrativa (-1,8%) exerceram as pressões negativas mais relevantes, influenciados principalmente pelos itens celulose, no primeiro setor, e gás natural e petróleo, no segundo.
No aumento de 2,6%, no indicador acumulado janeiro-julho, seis dos onze segmentos pesquisados mostraram taxas positivas, com destaque para alimentos e bebidas (8,9%), produtos químicos (2,5%) e minerais não-metálicos (9,2%). Nestes segmentos sobressaem os avanços na produção de refrigerantes, açúcar cristal; policloreto de vinila; e cimento, respectivamente. Em sentido contrário, as maiores contribuições negativas vieram de celulose e papel (-4,8%), devido à diminuição na produção, principalmente, de celulose; e da indústria extrativa (-3,2%).
( da redação com informações de assessoria)
No indicador mensal (4,4%), oito dos onze segmentos pesquisados assinalam taxas positivas, cabendo à produtos químicos (8,8%) o principal impacto na média global. Também vale mencionar as contribuições positivas de refino de petróleo e produção de álcool (9,7%) e de minerais não-metálicos (15,8%). Nestes setores, os destaques são os itens: misturas de alquibenzenos, tintas e vernizes; óleo diesel, álcool etílico; e cimento, respectivamente. Por outro lado, celulose e papel (-4,0%) e indústria extrativa (-1,8%) exerceram as pressões negativas mais relevantes, influenciados principalmente pelos itens celulose, no primeiro setor, e gás natural e petróleo, no segundo.
No aumento de 2,6%, no indicador acumulado janeiro-julho, seis dos onze segmentos pesquisados mostraram taxas positivas, com destaque para alimentos e bebidas (8,9%), produtos químicos (2,5%) e minerais não-metálicos (9,2%). Nestes segmentos sobressaem os avanços na produção de refrigerantes, açúcar cristal; policloreto de vinila; e cimento, respectivamente. Em sentido contrário, as maiores contribuições negativas vieram de celulose e papel (-4,8%), devido à diminuição na produção, principalmente, de celulose; e da indústria extrativa (-3,2%).
( da redação com informações de assessoria)