Nordeste e os Governadores. Cássio Cunha Lima volta a defender a Guerra Fiscal.
A Política Real teve acesso.
Publicado em
( Brasília-DF, 03/09/2007) A Política Real teve acesso. O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima(PSDB), deixou bastante clara sua posição em relação à reforma tributária, durante entrevista à imprensa concedida na manhã desta segunda-feira ,3, em Recife: o fim da guerra fiscal entre os estados só poderá se transformar em realidade se for criado um instrumento capaz de compensar os estados que têm nessa alternativa de incentivos uma forma de assegurar geração de empregos. “É preciso muita cautela ao tratar desse assunto”, advertiu ele. Cunha Lima já tinha defendido a Guerra Fiscal no encontro dos governadores do Nordeste, no final de maio, com o ministro Mantega.
Segundo Cássio, que participa com outros governadores do Nordeste de reunião promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Recife, embora seja politicamente bonito se falar em fim de guerra fiscal entre os estados, a grande verdade é que esse instrumento, embora questionável, tem sido eficiente para garantir a “compra de empregos” pelas administrações púbicas.
Como exemplo prático, o governador paraibano citou o caso da Indústria Alpargatas, que produz as sandálias Havaianas em Campina Grande, gerando pelo menos seis mil empregos diretos no Estado. Praticamente toda a produção da empresa é exportada pelo Porto de Santos (SP), para o exterior. No momento em que forem retirados os incentivos fiscais, o grupo empresarial deixará a Paraíba e se instalará em São Paulo, sem maiores problemas.
“Então, não é tão simples se decidir essa questão por decreto, sem que sejam levadas em conta muitas questões fundamentais para os estados que têm feito da renúncia fiscal uma forma de criar milhares de postos de trabalho”, ressalta o governador da Paraíba, renovando sua proposta de que se estabeleça a discussão em torno da criação de um fundo de desenvolvimento regional administrado pelos estados, com o propósito de se investir em grandes projetos estruturantes.
( da redação com informações de assessoria)
Segundo Cássio, que participa com outros governadores do Nordeste de reunião promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Recife, embora seja politicamente bonito se falar em fim de guerra fiscal entre os estados, a grande verdade é que esse instrumento, embora questionável, tem sido eficiente para garantir a “compra de empregos” pelas administrações púbicas.
Como exemplo prático, o governador paraibano citou o caso da Indústria Alpargatas, que produz as sandálias Havaianas em Campina Grande, gerando pelo menos seis mil empregos diretos no Estado. Praticamente toda a produção da empresa é exportada pelo Porto de Santos (SP), para o exterior. No momento em que forem retirados os incentivos fiscais, o grupo empresarial deixará a Paraíba e se instalará em São Paulo, sem maiores problemas.
“Então, não é tão simples se decidir essa questão por decreto, sem que sejam levadas em conta muitas questões fundamentais para os estados que têm feito da renúncia fiscal uma forma de criar milhares de postos de trabalho”, ressalta o governador da Paraíba, renovando sua proposta de que se estabeleça a discussão em torno da criação de um fundo de desenvolvimento regional administrado pelos estados, com o propósito de se investir em grandes projetos estruturantes.
( da redação com informações de assessoria)