Nordeste e os Governadores. W. Dias diz que fiz da Guerra Fiscal vai reduzir carga tributária.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 03/09/2007) A Política Real teve acesso. O fim dos incentivos estaduais e municipais para a instalação de indústrias e a outros investimentos, a chamada guerra fiscal, permitirá que a carga tributária seja reduzida. Esse é o entendimento do governador do Piauí, Wellington Dias, que participou hoje da reunião de governadores da região Nordeste com representantes da indústria para discutir a reforma tributária, promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Recife. “O fim da guerra fiscal vai permitir a redução da carga tributária. O Piauí, por exemplo, tem cerca de R$ 300 milhões a R$ 350 milhões de renúncia fiscal por ano. Se não tiver de fazer essa renúncia, poderá cobrar menos impostos”, afirmou.
De acordo com ele, há um consenso sobre a necessidade que de se acabar com a guerra fiscal. “Vivemos um processo de autofagia, de autodestruição. Os estados têm sido obrigados a oferecer subsídios, muitas vezes desmantelando seus arranjos produtivos e suas economias porque outros estados oferecem vantagens maiores. Precisamos que ela acabe”, disse.
Na opinião do governador piauiense, deveria existir um prazo para o fim da guerra fiscal. “Casado com esse prazo deveria ser criado um fundo para dar mais igualdade à infra-estrutura de cada estado. Aí sim seria um grande diferencial para as regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB) per capita muito baixo”, argumentou Dias.
O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, salientou, no entanto, que é preciso ter instrumentos compensatórios para os estados menos desenvolvidos para a reforma tributária passar. “A Paraíba, volto a dizer, tem uma postura conservadora. Não apoiaremos o fim da guerra fiscal sem que tenhamos a certeza de ter um instrumento compensatório, porque do contrário ficaremos sem qualquer possibilidade de investimentos industriais num futuro próximo”, justificou.
Para ele, um desses instrumentos pode ser a recém recriada Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), desde que ela tenha recursos financeiros. “O Nordeste não precisa de uma velha sigla, necessita de um instrumento real que possa fomentar o seu desenvolvimento. E sem orçamento, sem recursos para investir, a Sudene volta apenas como uma velha sigla”, reforçou.
( da redação com informações de assessoria)
De acordo com ele, há um consenso sobre a necessidade que de se acabar com a guerra fiscal. “Vivemos um processo de autofagia, de autodestruição. Os estados têm sido obrigados a oferecer subsídios, muitas vezes desmantelando seus arranjos produtivos e suas economias porque outros estados oferecem vantagens maiores. Precisamos que ela acabe”, disse.
Na opinião do governador piauiense, deveria existir um prazo para o fim da guerra fiscal. “Casado com esse prazo deveria ser criado um fundo para dar mais igualdade à infra-estrutura de cada estado. Aí sim seria um grande diferencial para as regiões com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB) per capita muito baixo”, argumentou Dias.
O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, salientou, no entanto, que é preciso ter instrumentos compensatórios para os estados menos desenvolvidos para a reforma tributária passar. “A Paraíba, volto a dizer, tem uma postura conservadora. Não apoiaremos o fim da guerra fiscal sem que tenhamos a certeza de ter um instrumento compensatório, porque do contrário ficaremos sem qualquer possibilidade de investimentos industriais num futuro próximo”, justificou.
Para ele, um desses instrumentos pode ser a recém recriada Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), desde que ela tenha recursos financeiros. “O Nordeste não precisa de uma velha sigla, necessita de um instrumento real que possa fomentar o seu desenvolvimento. E sem orçamento, sem recursos para investir, a Sudene volta apenas como uma velha sigla”, reforçou.
( da redação com informações de assessoria)