Nordeste e os Governadores. Jaques Wagner diz que Guerra Fiscal pode acabar com a Nova Sudene.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 03/09/2007) A Política Real teve aceso. O governador da Bahia, Jaques Wagner, disse hoje que é possível acabar com a guerra fiscal e que a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), recriada na semana passada pelo governo, terá um papel fundamental para que isso aconteça. "Creio que todos estão dispostos a acabar com a guerra fiscal. Evidentemente que é preciso prever o desenvolvimento regional no Nordeste, e a Sudene é importante para isso", disse Wagner, que participou da reunião de governadores da região Nordeste com representantes da indústria, promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Recife, para tratar da reforma tributária.
Segundo o governador baiano, só será possível acabar com os incentivos estaduais e municipais aos investimentos produtivos ser houver uma política federal para que as regiões menos desenvolvidas possam diminuir as desigualdades. "Esse é o papel da Sudene, por exemplo", disse Wagner.
O ex-ministro de Lula não recebeu bem os vetos feitos pelo presidente da República à lei que recria a Sudene. "Não acho que os vetos foram bem colocados. Creio que é preciso fortalecer orçamentariamente a Sudene e dilatar o prazo dela pelo menos até 2020 ou 2025, de tal forma que se possa ter um planejamento de médio prazo", afirmou. "O governo tem suas convicções. Mas tenho a posição de que para ela ser verdadeiramente importante é preciso fortalecer o orçamento", reforçou.
Jaques Wagner adiantou que, no próximo dia 11, haverá uma reunião, em Brasília, entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e todos os governadores para também discutir a reforma tributária. "É um processo de amadurecimento que acho absolutamente produtivo", finalizou.
( da redação com informações de assessoria)
Segundo o governador baiano, só será possível acabar com os incentivos estaduais e municipais aos investimentos produtivos ser houver uma política federal para que as regiões menos desenvolvidas possam diminuir as desigualdades. "Esse é o papel da Sudene, por exemplo", disse Wagner.
O ex-ministro de Lula não recebeu bem os vetos feitos pelo presidente da República à lei que recria a Sudene. "Não acho que os vetos foram bem colocados. Creio que é preciso fortalecer orçamentariamente a Sudene e dilatar o prazo dela pelo menos até 2020 ou 2025, de tal forma que se possa ter um planejamento de médio prazo", afirmou. "O governo tem suas convicções. Mas tenho a posição de que para ela ser verdadeiramente importante é preciso fortalecer o orçamento", reforçou.
Jaques Wagner adiantou que, no próximo dia 11, haverá uma reunião, em Brasília, entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e todos os governadores para também discutir a reforma tributária. "É um processo de amadurecimento que acho absolutamente produtivo", finalizou.
( da redação com informações de assessoria)