Nordeste e os Governadores. Cid Gomes defende tratamento diferenciado para o Nordeste.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 03/09/2007) A Política Real teve acesso. O governo federal tem de compreender a importância de promover uma política diferenciada para a industrialização do Nordeste e a promoção do desenvolvimento regional, afirmou hoje o governador do Ceará, Cid Ferreira Gomes. "O Nordeste tem de ter um tratamento diferenciado, patrocinado pela União. Se a União se omitir, ficará mantida essa estratégia de guerra fiscal, que não é boa para o país", argumentou Gomes, que participou da reunião de governadores da região Nordeste com representantes da indústria, promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Recife, para tratar da reforma tributária.
"Espero que o impasse em relação aos entes federativos seja solucionado o mais rápido possível, que o fundo constitucional possa ser fonte de recursos para a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e que ela se instale o mais rápido possível, para cumprir um papel que é fundamental", disse o governador. Para ele, a missão mais importante da Sudene, recém recriada pelo governo, é coordenar as políticas de industrialização e investimentos no Nordeste. "Ela também tem de promover os investimentos em infra-estrutura, que são fundamentais para que a região possa superar suas dificuldades econômicas", salientou.
( da redação com informações da CNI)
"Espero que o impasse em relação aos entes federativos seja solucionado o mais rápido possível, que o fundo constitucional possa ser fonte de recursos para a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e que ela se instale o mais rápido possível, para cumprir um papel que é fundamental", disse o governador. Para ele, a missão mais importante da Sudene, recém recriada pelo governo, é coordenar as políticas de industrialização e investimentos no Nordeste. "Ela também tem de promover os investimentos em infra-estrutura, que são fundamentais para que a região possa superar suas dificuldades econômicas", salientou.
( da redação com informações da CNI)