Nordeste e os Governadores. Segundo Monteiro Neto, Guerra Fiscal só acaba com forte Política de Desenvolvimento Regional.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 03/09/2007) A Política Real teve acesso. O caminho para o fim da guerra fiscal é a construção de uma forte política nacional de desenvolvimento regional, disse hoje o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o também deputado federal pelo PTB de Pernambuco, Armando Monteiro Neto, na abertura da reunião entre os governadores e empresários da região Nordeste, no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. "Somos uma Federação desigual. É, portanto, fundamental que se possa construir a base de uma política nacional de desenvolvimento regional para que os estados possam abdicar da guerra fiscal", afirmou Monteiro Neto.
Segundo ele, é papel da União desenvolver os instrumentos dessa política, como, por exemplo, a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), recriada na semana passada. "Os estados têm de exigir da União as condições e os instrumentos necessários para o seu desenvolvimento", destacou Monteiro Neto a sete governadores e aos presidentes das nove federações de indústrias da região.
A reunião de hoje, promovida pela CNI, tem por objetivo tratar da reforma tributária. "A CNI pretende valorizar esse diálogo com os governadores, que são agentes políticos fundamentais no processo da reforma tributária, e vai procurar os pontos de convergência", argumentou o presidente da CNI. Esse é o quarto encontro entre governadores e empresários para discutir o tema.
O primeiro foi realizado em Brasília em meados de junho com um representante de cada região. A partir do segundo, os encontros se tornaram regionais. Foram feitas reuniões em Manaus, com os governadores da região Norte, e em Cuiabá, com os governadores da região Centro-Oeste.
Monteiro Neto reafirmou que a CNI e os governadores buscam uma reforma tributária ampla, que diminua as desigualdades regionais e proporcione condições de desenvolvimento aos estados menores. "Precisamos de um sistema tributário de classe mundial, funcional e que corrija distorções."
( da redação com informações de assessoria)
Segundo ele, é papel da União desenvolver os instrumentos dessa política, como, por exemplo, a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), recriada na semana passada. "Os estados têm de exigir da União as condições e os instrumentos necessários para o seu desenvolvimento", destacou Monteiro Neto a sete governadores e aos presidentes das nove federações de indústrias da região.
A reunião de hoje, promovida pela CNI, tem por objetivo tratar da reforma tributária. "A CNI pretende valorizar esse diálogo com os governadores, que são agentes políticos fundamentais no processo da reforma tributária, e vai procurar os pontos de convergência", argumentou o presidente da CNI. Esse é o quarto encontro entre governadores e empresários para discutir o tema.
O primeiro foi realizado em Brasília em meados de junho com um representante de cada região. A partir do segundo, os encontros se tornaram regionais. Foram feitas reuniões em Manaus, com os governadores da região Norte, e em Cuiabá, com os governadores da região Centro-Oeste.
Monteiro Neto reafirmou que a CNI e os governadores buscam uma reforma tributária ampla, que diminua as desigualdades regionais e proporcione condições de desenvolvimento aos estados menores. "Precisamos de um sistema tributário de classe mundial, funcional e que corrija distorções."
( da redação com informações de assessoria)