Sergipe. Deputado democrata se manifesta em artigo sobre o crescimento; Parlamentar é um grande crítico que estava em silêncio.
A Política Real teve acesso.
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(Brasília-DF, 30/08/2007) A Política Real teve acesso. O deputado José Carlos Machado(DEM-SE) se notabilizou por seu último mandato por seu estilo extremamente críico com o Governo Lula e o projeto de transposição. Ele foi o coordenador da bancada do Sergipe na administrração João Alves. Ele estava silente sobre o Governo Déda e agora, passados bem mais dos 180 dias “regulamentares”, ele se manifesta.
Veja a íntegra da falação:
“Sergipe, a hora do crescimento é agora!
No período eleitoral de 2006, o então governador de Sergipe João
Alves Filho foi combatido pela oposição (atual situação) quando tornou público
o projeto de trazer para Sergipe uma refinaria de petróleo. O estado já havia
avaliado e constatado potencialidades locais para implementação do projeto.
A primeira tentativa foi quando o presidente da República, Luiz
Inácio Lula da Silva, anunciou a construção de uma refinaria no Nordeste.
Mas, apesar do empenho do governador e da presidência da Petrobras estar nas mãos do
sergipano José Eduardo Dutra, Pernambuco foi o estado contemplado.
João Alves não ficou satisfeito. Considerou a definição pelo estado vizinho
somente uma derrota diante de uma longa batalha política. O governador foi à luta e fez contato com uma empresa européia que se mostrou interessada na questão. A idéia era refinar o petróleo trazido da costa africana e exportá-lo para a Europa. Muitos estudos e análises foram realizadas antes que o governador falasse sobre a viabilidade da implantação da refinaria.
Mesmo assim, foi duramente combatido durante o processo eleitoral pelos opositores e também pelo expresidente da Petrobras José Eduardo Dutra por pensar mais empregos, tecnologia e desenvolvimento para o estado. Por tudo isso chamaram-no sonhador.
Recentemente, saiu no Diário Oficial da União a autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para a construção da refinaria. Na semana passada, vislumbrei numa reportagem de capa do caderno de economia do jornal O Estado de S. Paulo (18/08) a perspectiva de retomada do projeto e posso assegurar aos lulistas que João, de fato, não deveria ter sido considerado sonhador.
A matéria do Estadão dava conta da possibilidade de implantação de uma
nova refinaria de petróleo para exportação de combustíveis de alta qualidade para os Estados Unidos e a Europa, no valor estimado de 2 bilhões de dólares, que vem sendo analisada por um grupo de investidores europeus.
A empresa, batizada de South Atlantic Refining Company, já negocia com o
nosso estado a construção dessa refinaria, mas, infelizmente, parece esbarrar em alguns
entraves à obra advindos da necessidade de licenças ambientais e também de ampliação do capital de investidores. Particularmente não acredito que as normas e valores que orientam a conduta dos atores políticos e dos empreendedores do nosso estado possam criar objeções à essa nova oportunidade de crescimento de nossa economia e, conseqüentemente, de aumento de renda principalmente dos mais pobres. Para se ter uma idéia da importância desse empreendimento basta mencionar que deverão ser criados aproximadamente 10 mil empregos durante as obras e 500 durante a fase de operações.
O nosso estado precisará demonstrar que está disposto a dar um passo além
da luta contra as restrições impostas à parcela mais pobre da nossa sociedade. Será preciso também demonstrar capacidade para construir um ambiente favorável ao desenvolvimento e que permita aos indivíduos o exercício de suas escolhas. Trata-se de encará-los como agentes do processo de desenvolvimento, o que implica promover ativamente o acesso ao mercado de trabalho pelo incentivo ao surgimento de novas oportunidades.
O trabalho para a concretização desse projeto que resultará em distribuição de
oportunidades de trabalho para que as pessoas participem da vida econômica do estado de
Sergipe exigirá a cooperação da sociedade, dos empreendedores comerciais e dos políticos locais para que sejam reduzidas todas as incertezas que, porventura, ainda estejam associadas à implantação da refinaria. É preciso pensar na redução da pobreza, na redução do desemprego e na questão da renda em conjunto.
que estou propondo é que passemos uma borracha no passado. Quero me
comprometer publicamente e convocar toda a classe política, independente de sigla partidária e ideologia, e toda a sociedade para que lutemos juntos pela efetivação desse empreendimento, pela construção dessa refinaria.
O papel do estado, do governador, é fundamental para que uma agenda de
desenvolvimento se torne uma realidade na vida dos sergipanos.
Sergipe, a hora do crescimento é agora.”
( da redação com informações de assessria)
Veja a íntegra da falação:
“Sergipe, a hora do crescimento é agora!
No período eleitoral de 2006, o então governador de Sergipe João
Alves Filho foi combatido pela oposição (atual situação) quando tornou público
o projeto de trazer para Sergipe uma refinaria de petróleo. O estado já havia
avaliado e constatado potencialidades locais para implementação do projeto.
A primeira tentativa foi quando o presidente da República, Luiz
Inácio Lula da Silva, anunciou a construção de uma refinaria no Nordeste.
Mas, apesar do empenho do governador e da presidência da Petrobras estar nas mãos do
sergipano José Eduardo Dutra, Pernambuco foi o estado contemplado.
João Alves não ficou satisfeito. Considerou a definição pelo estado vizinho
somente uma derrota diante de uma longa batalha política. O governador foi à luta e fez contato com uma empresa européia que se mostrou interessada na questão. A idéia era refinar o petróleo trazido da costa africana e exportá-lo para a Europa. Muitos estudos e análises foram realizadas antes que o governador falasse sobre a viabilidade da implantação da refinaria.
Mesmo assim, foi duramente combatido durante o processo eleitoral pelos opositores e também pelo expresidente da Petrobras José Eduardo Dutra por pensar mais empregos, tecnologia e desenvolvimento para o estado. Por tudo isso chamaram-no sonhador.
Recentemente, saiu no Diário Oficial da União a autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para a construção da refinaria. Na semana passada, vislumbrei numa reportagem de capa do caderno de economia do jornal O Estado de S. Paulo (18/08) a perspectiva de retomada do projeto e posso assegurar aos lulistas que João, de fato, não deveria ter sido considerado sonhador.
A matéria do Estadão dava conta da possibilidade de implantação de uma
nova refinaria de petróleo para exportação de combustíveis de alta qualidade para os Estados Unidos e a Europa, no valor estimado de 2 bilhões de dólares, que vem sendo analisada por um grupo de investidores europeus.
A empresa, batizada de South Atlantic Refining Company, já negocia com o
nosso estado a construção dessa refinaria, mas, infelizmente, parece esbarrar em alguns
entraves à obra advindos da necessidade de licenças ambientais e também de ampliação do capital de investidores. Particularmente não acredito que as normas e valores que orientam a conduta dos atores políticos e dos empreendedores do nosso estado possam criar objeções à essa nova oportunidade de crescimento de nossa economia e, conseqüentemente, de aumento de renda principalmente dos mais pobres. Para se ter uma idéia da importância desse empreendimento basta mencionar que deverão ser criados aproximadamente 10 mil empregos durante as obras e 500 durante a fase de operações.
O nosso estado precisará demonstrar que está disposto a dar um passo além
da luta contra as restrições impostas à parcela mais pobre da nossa sociedade. Será preciso também demonstrar capacidade para construir um ambiente favorável ao desenvolvimento e que permita aos indivíduos o exercício de suas escolhas. Trata-se de encará-los como agentes do processo de desenvolvimento, o que implica promover ativamente o acesso ao mercado de trabalho pelo incentivo ao surgimento de novas oportunidades.
O trabalho para a concretização desse projeto que resultará em distribuição de
oportunidades de trabalho para que as pessoas participem da vida econômica do estado de
Sergipe exigirá a cooperação da sociedade, dos empreendedores comerciais e dos políticos locais para que sejam reduzidas todas as incertezas que, porventura, ainda estejam associadas à implantação da refinaria. É preciso pensar na redução da pobreza, na redução do desemprego e na questão da renda em conjunto.
que estou propondo é que passemos uma borracha no passado. Quero me
comprometer publicamente e convocar toda a classe política, independente de sigla partidária e ideologia, e toda a sociedade para que lutemos juntos pela efetivação desse empreendimento, pela construção dessa refinaria.
O papel do estado, do governador, é fundamental para que uma agenda de
desenvolvimento se torne uma realidade na vida dos sergipanos.
Sergipe, a hora do crescimento é agora.”
( da redação com informações de assessria)