Nordeste e o Caju. CNI apresenta projeto que usa polpa da fruta ao Governo Federal.
Lula disse em sua época ele ia caçar preá no lugar de usar o caju; Jaime Aquino foi homenageado.
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( Brasília-DF, 27/08/2007 ) Foi apresentado, nesta segunda feira,27 - durante um almoço na sede da Confederação Nacional das Indústrias, CNI - ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, o “Projeto Caju”, que integra o Programa do SESI Cozinha Brasil. A ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, também fez parte da comitiva que acompanhou o presidente Lula, além de vários parlamentares nordestinos. A intenção é que o Governo Federal use o projeto em suas políticas de alimentação à comunidades de baixa renda no Nordeste e no Brasil.
Dos pratos do almoço a base de caju, se destacaram o vatapá de caju, sem camarão e azeite de dendê, o risoto jangada de caju, além dos tira-gosto servidos antes do almoço. cajuburger, pizza de caju, pastéis e coxinha de caju.
Falando em nome da CNI, o também deputado federal, Armando Monteiro Neto(PTB-PE), saudou o principal homenageado do encontro, o empresário cearense Jaime Aquino, que há anos pesquisa a importância alimentícia do caju na culinária brasileira.
Agora, disse Armando Monteiro, com apoio da Embrapa e da Universidade Federal do Ceará que adequaram as pesquisas efetuadas por Jaime Aquino sobre o aproveitamento do caju como alimento de sal para às diretrizes do Programa Cozinha Brasil, desenvolvido pelo SESI, será possível o brasileiro ter pratos de alto valor nutritivo e baixo custo em sua mesa diária. Principalmente, no Nordeste - onde o pendúculo é farto e sempre foi, historicamente, deixado de lado face a castanha ser o fruto caju internacionalmente comerciável e conhecido.
"É um projeto de responsabilidade social, voltado inicialmente a quatro estados do Nordeste. Ceará(maior produtor), Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia, onde a produção de caju é abundante - 95% da produçõ nacional”, disse Monteiro Neto.
“A expectativa, agora, é que cada estado treine 550 alunos por mês. Serão 2.200 alunos que aprenderão a usar o caju nas refeições por mês, nestes quatro estados” afirmou o gerente-executivo do SESI, Alex Mansur.
O presidente da CNI foi além. "Temos sim, que levar este alimento rico a maioria das mesas do povo brasileiro, iniciando pela merenda escolar".
A ideia de aproveitar 100% o caju como alimento básico, partiu do empresário cearense Jaime Aquino, proprietário de um empresa produtora e exportadora de castanha de caju, a Cione - Companhia Industrial de Óleos do Nordeste.
Jaime de Aquino”luta” há 30 anos contra o desperdício da polpa do caju( pendúculo) e pela difusão das qualidades nutritivas desta fruta como um todo. Ele, então, decidiu desenvolver tecnologia para utilização da fibra do caju no preparo de diversos pratos.
A CNI, através do SESI, para consolidar o projeto, decidiu que apoiará, principalmente, pequenos e médios produtores rurais na industrialização da fibra do caju como alimento de sal, assegurando a conservação e comercialização o ano inteiro.
Em seu discurso, Lula além de elogiar o criador do projeto de aproveitamento da polpa do caju como alimento, Jaime Aquino, também se disse solidário ao presidente da CNI, pelo apoio ao projeto.
Para destacar a importância social deste projeto, Lula lwmbrou suas origens.
"Quando eu morava em Caitité, mesmo tendo muito caju na região, por falta de orientação quando a fome era muito grande, ao invés de comermos caju, pegávamos uma espingarda de espoleta e caçávamos preá para comermos nas refeiçõe.
Além de causarmos um mal ao meio ambiente, deixávamos estragar, assim como muitos fazem hoje, uma fonte rica de alimento.” Disse Lula.
Nessa terça feira,28, o presidente da CNI, deputado Armando Monteiro estará lançando o Programa Nova Indústria, cujo objetivo e gerar novos perfis profissionais para estudantes do ensino fundamental, médio e continuado nas diversas regiões brasileiras.
O projeto tem como objetivo dar aos estudantes condições de acompanhar o crescimento acelerado do país, abrindo inicialmente 16 milhões de matrículas nas escolas públicas brasileiras, encerrou Armando Monteiro.
( Por Almiro Archimedes, especial para a Política Real, com edição de Genésio Araújo Junior)
Dos pratos do almoço a base de caju, se destacaram o vatapá de caju, sem camarão e azeite de dendê, o risoto jangada de caju, além dos tira-gosto servidos antes do almoço. cajuburger, pizza de caju, pastéis e coxinha de caju.
Falando em nome da CNI, o também deputado federal, Armando Monteiro Neto(PTB-PE), saudou o principal homenageado do encontro, o empresário cearense Jaime Aquino, que há anos pesquisa a importância alimentícia do caju na culinária brasileira.
Agora, disse Armando Monteiro, com apoio da Embrapa e da Universidade Federal do Ceará que adequaram as pesquisas efetuadas por Jaime Aquino sobre o aproveitamento do caju como alimento de sal para às diretrizes do Programa Cozinha Brasil, desenvolvido pelo SESI, será possível o brasileiro ter pratos de alto valor nutritivo e baixo custo em sua mesa diária. Principalmente, no Nordeste - onde o pendúculo é farto e sempre foi, historicamente, deixado de lado face a castanha ser o fruto caju internacionalmente comerciável e conhecido.
"É um projeto de responsabilidade social, voltado inicialmente a quatro estados do Nordeste. Ceará(maior produtor), Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia, onde a produção de caju é abundante - 95% da produçõ nacional”, disse Monteiro Neto.
“A expectativa, agora, é que cada estado treine 550 alunos por mês. Serão 2.200 alunos que aprenderão a usar o caju nas refeições por mês, nestes quatro estados” afirmou o gerente-executivo do SESI, Alex Mansur.
O presidente da CNI foi além. "Temos sim, que levar este alimento rico a maioria das mesas do povo brasileiro, iniciando pela merenda escolar".
A ideia de aproveitar 100% o caju como alimento básico, partiu do empresário cearense Jaime Aquino, proprietário de um empresa produtora e exportadora de castanha de caju, a Cione - Companhia Industrial de Óleos do Nordeste.
Jaime de Aquino”luta” há 30 anos contra o desperdício da polpa do caju( pendúculo) e pela difusão das qualidades nutritivas desta fruta como um todo. Ele, então, decidiu desenvolver tecnologia para utilização da fibra do caju no preparo de diversos pratos.
A CNI, através do SESI, para consolidar o projeto, decidiu que apoiará, principalmente, pequenos e médios produtores rurais na industrialização da fibra do caju como alimento de sal, assegurando a conservação e comercialização o ano inteiro.
Em seu discurso, Lula além de elogiar o criador do projeto de aproveitamento da polpa do caju como alimento, Jaime Aquino, também se disse solidário ao presidente da CNI, pelo apoio ao projeto.
Para destacar a importância social deste projeto, Lula lwmbrou suas origens.
"Quando eu morava em Caitité, mesmo tendo muito caju na região, por falta de orientação quando a fome era muito grande, ao invés de comermos caju, pegávamos uma espingarda de espoleta e caçávamos preá para comermos nas refeiçõe.
Além de causarmos um mal ao meio ambiente, deixávamos estragar, assim como muitos fazem hoje, uma fonte rica de alimento.” Disse Lula.
Nessa terça feira,28, o presidente da CNI, deputado Armando Monteiro estará lançando o Programa Nova Indústria, cujo objetivo e gerar novos perfis profissionais para estudantes do ensino fundamental, médio e continuado nas diversas regiões brasileiras.
O projeto tem como objetivo dar aos estudantes condições de acompanhar o crescimento acelerado do país, abrindo inicialmente 16 milhões de matrículas nas escolas públicas brasileiras, encerrou Armando Monteiro.
( Por Almiro Archimedes, especial para a Política Real, com edição de Genésio Araújo Junior)