Sergipe. Saúde estadual descarta surto de infecção que atingiu bebês.
Houve 11 mortes de bebês em uma semana; Médico reconheceu infecção.
Publicado em
( Brasília-DF, 27/08/2007) A Política Real está atenta.
Saúde descarta surto de infecção hospitalar na Hildete Falcão
( Brasília-DF, 27/08/2007) A Política Real está atentan. A Secretaria de Saúde do Estado do Sergipe (SES) anunicou que “descarta a existência de surto de infecção hospitalar na Maternidade Hildete Falcão Batista (MHFB)”. A possibilidade foi detectada pela SES na última sexta-feira, 24. Os bebês que estavam na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIn) da maternidade foram imediatamente isolados e os que chegavam foram redirecionados ao Hospital e Maternidade Santa Isabel.
Três tipos diferentes de bactérias comuns em ambientes de UTI causaram as infecções, o que descaracteriza qualquer possibilidade de surto. "Teríamos um surto se todas as crianças tivessem sido acometidas por uma mesma bactéria. Houve 11 óbitos em uma semana, entre os dias 21 e 27 de agosto. Das 11 mortes, cinco realmente foram causadas por algum tipo de infecção", disse o médico Gilberto Santos, coordenador da Atenção Hospitalar de Sergipe.
Do total de 29 hemoculturas (exames de sangue para detectar a presença de bactérias que causam infecções) realizadas nos bebês ainda na sexta-feira, 24, seis apresentaram resultados positivos. Uma das crianças continua viva. Nos demais casos, as mortes foram causadas por situações que nada têm a ver com infecção.
"Os óbitos foram decorrentes de síndromes genéticas, malformações congênitas e prematuridade extrema. Todos eram bebês prematuros, inclusive um deles tinha apenas 630 gramas. Por ser uma maternidade destinada às gestações de alto risco, 60% dos bebês que ali são atendidos já chegam com algum risco infeccioso", afirmou George Caldas, coordenador-geral da maternidade.
Dos casos de infecção, dois ocorreram durante o parto porque possivelmente o canal da mãe estava contaminado e em apenas um caso a infecção pode ter sido adquirida no ambiente da maternidade. No fim de semana, técnicos da unidade fizeram uma limpeza terminal na sala e equipamentos da UTIn. O procedimento é realizado a cada 15 dias, independente de qualquer situação emergencial.
Segundo o coordenador da Atenção Hospitalar, não há motivo para pânico e as mães podem continuar utilizando a Maternidade Hildete Falcão normalmente. "O que ocorreu foi uma concentração de óbitos na mesma semana, mas a média mensal não aumentou", explicou Gilberto Santos. "Nos meses de junho e julho tivemos 23 e 16 mortes, respectivamente. Em agosto, até agora foram registrados 23 óbitos, um índice que estamos trabalhando para diminuir, mas que é aceitável pelas normas internacionais", concluiu.
A maternidade Hildete Falcão Batista é especializada na assistência de recém-nascidos prematuros, de baixo peso e advindos de gestação de risco.
( da redação com informações de assessoria)
Saúde descarta surto de infecção hospitalar na Hildete Falcão
( Brasília-DF, 27/08/2007) A Política Real está atentan. A Secretaria de Saúde do Estado do Sergipe (SES) anunicou que “descarta a existência de surto de infecção hospitalar na Maternidade Hildete Falcão Batista (MHFB)”. A possibilidade foi detectada pela SES na última sexta-feira, 24. Os bebês que estavam na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIn) da maternidade foram imediatamente isolados e os que chegavam foram redirecionados ao Hospital e Maternidade Santa Isabel.
Três tipos diferentes de bactérias comuns em ambientes de UTI causaram as infecções, o que descaracteriza qualquer possibilidade de surto. "Teríamos um surto se todas as crianças tivessem sido acometidas por uma mesma bactéria. Houve 11 óbitos em uma semana, entre os dias 21 e 27 de agosto. Das 11 mortes, cinco realmente foram causadas por algum tipo de infecção", disse o médico Gilberto Santos, coordenador da Atenção Hospitalar de Sergipe.
Do total de 29 hemoculturas (exames de sangue para detectar a presença de bactérias que causam infecções) realizadas nos bebês ainda na sexta-feira, 24, seis apresentaram resultados positivos. Uma das crianças continua viva. Nos demais casos, as mortes foram causadas por situações que nada têm a ver com infecção.
"Os óbitos foram decorrentes de síndromes genéticas, malformações congênitas e prematuridade extrema. Todos eram bebês prematuros, inclusive um deles tinha apenas 630 gramas. Por ser uma maternidade destinada às gestações de alto risco, 60% dos bebês que ali são atendidos já chegam com algum risco infeccioso", afirmou George Caldas, coordenador-geral da maternidade.
Dos casos de infecção, dois ocorreram durante o parto porque possivelmente o canal da mãe estava contaminado e em apenas um caso a infecção pode ter sido adquirida no ambiente da maternidade. No fim de semana, técnicos da unidade fizeram uma limpeza terminal na sala e equipamentos da UTIn. O procedimento é realizado a cada 15 dias, independente de qualquer situação emergencial.
Segundo o coordenador da Atenção Hospitalar, não há motivo para pânico e as mães podem continuar utilizando a Maternidade Hildete Falcão normalmente. "O que ocorreu foi uma concentração de óbitos na mesma semana, mas a média mensal não aumentou", explicou Gilberto Santos. "Nos meses de junho e julho tivemos 23 e 16 mortes, respectivamente. Em agosto, até agora foram registrados 23 óbitos, um índice que estamos trabalhando para diminuir, mas que é aceitável pelas normas internacionais", concluiu.
A maternidade Hildete Falcão Batista é especializada na assistência de recém-nascidos prematuros, de baixo peso e advindos de gestação de risco.
( da redação com informações de assessoria)