31 de julho de 2025

Pernambuco. Eduardo Campos anuncia criação de fundo financeiro para reparos em escolas

A Política Real teve acesso.

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( Brasília-DF, 16/08/2007) A Política Real teve acesso. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em visita à Escola Estadual Gilberto Freyre, na manhã desta quinta-feira, 16, anunciou a criação de um fundo de manutenção e auxílio aos colégios estaduais de Pernambuco. O objetivo é evitar que pequenos problemas se acumulem, aumentando o grau de risco, como aconteceu no início do ano, quando 72 unidades tiveram de ser fechadas para reformas urgentes em seus telhados.


“Nós estamos licitando, neste momento, a contratação de empresas privadas para cada uma das microrregiões do Estado. A partir do mês de outubro, a empresa, em 48 horas, fará aquele pequeno serviço. Porque se esse pequeno serviço não é feito, com o passar do tempo ele vira um grande serviço e aumenta os riscos de acidentes, como nós encontramos em mais de 70 escolas e tivemos que transferir 78 mil alunos”, disse Eduardo Campos.


A Gilberto Freyre - localizada no Alto 13 de Maio, Vasco da Gama – é uma das escolas que passaram por reformas no começo do ano e o governador, junto com o secretário de Educação, Danilo Cabral, foram verificar as mudanças.


“O governador teve de tomar uma decisão difícil (com relação ao fechamento das escolas), mas estava em jogo a vida das crianças. Viemos constatar de perto que o serviço foi realizado e o retorno às aulas assegurado. Serão disponibilizados R$ 30 milhões (recursos próprios da secretaria de Educação) pelo fundo de manutenção e auxílio para evitar que se chegue novamente a uma situação daquela”, esclareceu Danilo Cabral.


O fundo, que terá a licitação lançada dentro de 15 dias, será acionado pelos diretores de cada escola. Eles ficarão responsáveis de entrar em contato com a direção de sua regional para reivindicar o serviço necessário junto às empresas. Com relação às reformas, 13 escolas ainda têm os seus reparos em andamento, pois, ao se iniciarem as obras nos tetos, foram-se detectados outros problemas, conforme explicou o governador:


“Treze é um número pequeno da situação de degradação em que encontramos as escolas. O que aconteceu é que, quando começamos as obras, vimos que tinha muito mais do que apenas o telhado. Às vezes a parede não agüentava mais que se colocasse um telhado novo. Quando se derruba a parede, descobre-se que a parte hidráulica precisa ser refeita e também a elétrica. As crianças voltarão quando tiverem segurança, quando não correrem risco de morte como estavam correndo”, afirmou Eduardo Campos, prevendo a conclusão de todas elas até novembro deste ano.



Segundo a diretora da escola, Solange Bezerra, a situação de risco já se arrastava há cerca de dois anos, com o acúmulo de problemas estruturais. A respeito do fundo de manutenção criado pelo governo, ela foi só elogios: “Vai ser perfeito, porque vai poder acontecer a manutenção periódica da escola e também vai manter o que se precisa para se ter boas condições para as aulas”.

( da redação com informações de assessoria)