31 de julho de 2025

Nordeste e Emprego. Número de horas pagas no trabalho da indústria no Nordeste tiveram grande impacto.

A Política Real teve acesso.

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( Brasília-DF, 12/07/2007) A Política Real teve acesso. O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, em maio, varia 0,2% em relação a abril, na série livre de efeitos sazonais, segundo resultado positivo consecutivo, acumulando 1,2% de aumento entre maio e março deste ano. No indicador de média móvel trimestral, a variação é de 0,1% entre os trimestres encerrados em maio e abril, quinto resultado positivo consecutivo, acumulando, desde janeiro, incremento de 1,2%.

No confronto com igual período do ano anterior, os resultados prosseguem positivos: o indicador mensal registra acréscimo de 1,9% e o acumulado no ano cresce 1,2%. O indicador acumulado nos últimos doze meses alcança 0,9% em maio e mantém a trajetória de crescimento dos últimos meses.

Na comparação maio 07/ maio 06, o número de horas pagas aumenta 1,9%, em decorrência das contribuições positivas dos quatorze locais e de doze dos dezoito ramos pesquisados. Em termos setoriais, os maiores avanços vieram de alimentos e bebidas (5,2%), máquinas e equipamentos (6,5%) e meios de transporte (5,4%). No sentido contrário, vestuário (-4,9%) e calçados e artigos de couro (-5,7%) exerceram as principais pressões negativas.

Ainda no indicador mensal, os locais que assinalaram os impactos positivos mais importantes no total do país foram: São Paulo (2,1%), Paraná (3,2%) e Região Nordeste (2,1%). Em São Paulo, onze das dezoito atividades pesquisadas aumentaram o número de horas pagas, com destaque para outros produtos da indústria de transformação (14,8%), máquinas e equipamentos (6,6%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (7,2%). Na indústria paranaense, as principais pressões positivas vieram de meios de transporte (28,8%) e de alimentos e bebidas (8,0%, 1); e na Região Nordeste, a influência mais expressiva veio de refino de petróleo e produção de álcool (40,2%).

O indicador acumulado janeiro-maio registra acréscimo de 1,2%, com doze locais e também doze setores apontando expansão. Os principais impactos positivos, entre os locais, vieram de São Paulo (1,5%), Região Nordeste (2,4%) e Paraná (2,6%). Por outro lado, Rio Grande do Sul (-2,1%) e Minas Gerais (-1,0%) assinalaram as únicas pressões negativas. No corte setorial, as influências positivas mais significativas vieram de alimentos e bebidas (6,3%), meios de transporte (4,0%) e produtos de metal (3,8%). Em sentido contrário, calçados e artigos de couro (-8,3%) e vestuário (-6,7%) exerceram as principais contribuições negativas.

( da redação com informações do IBGE)