31 de julho de 2025

Nordeste e a Indústria. Setor creceu 3 % em maio, comparado a abril, na região.

A Piolítica Real teve acesso.

Publicado em
(Brasília-DF, 09/07/2007) A Política Real teve acesso. Em maio, a indústria do Nordeste apresentou crescimento de 3,0% em relação a abril, na série livre dos efeitos sazonais, após três meses de resultados negativos, período em que acumulou perda de 3,0%. Com estes resultados, o índice de média móvel trimestral ficou praticamente estável (0,1%) entre os trimestres encerrados em abril e maio. O IBGE enviou as informações a redação.

Na comparação com igual mês do ano anterior a indústria nordestina aponta crescimento de 2,9%. Também apresentaram avanços os indicadores acumulados no ano e nos últimos doze meses, com taxas de 1,9% e 2,6%, respectivamente.

No indicador mensal, o acréscimo de 2,9% da indústria nordestina está apoiado, sobretudo, no desempenho de alimentos e bebidas (15,5%), no qual destacam-se os itens amendoim e castanha de caju torrados e refrigerantes. Também cabe mencionar as contribuições positivas vindas de têxtil (4,6%) e de metalurgia básica (4,7%). Nestes segmentos, os principais impactos positivos foram assinalados por toalhas de banho, e tecidos de algodão; e alumínio não ligado em formas brutas. Entre os cinco ramos que apontam queda na produção, celulose e papel
(-9,7%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-15,2%) exerceram as pressões negativas mais relevantes, pressionados em grande parte pelos recuos na produção de celulose; eletrodos e escovas de carvão, e transformadores, respectivamente.

No indicador acumulado no período janeiro-maio, o aumento de 1,9% também está apoiado na performance da indústria de alimentos e bebidas (10,4%), que apresentou avanço na maior parte dos produtos pesquisados, principalmente nos itens: açúcar cristal, farinhas e pellets de soja, e refrigerantes. Também tiveram influência positiva significativa na média da indústria minerais não-metálicos (7,2%) e produtos químicos (1,6%). Em sentido contrário, as maiores pressões negativas foram observadas em refino de petróleo e produção de álcool (-2,9%) e celulose e papel (-6,1%). Nestes segmentos, sobressaem os recuos na produção de óleo diesel e de celulose.

( da redação com informações de assessoria)