Sergipe. Líder da Oposição na AL-SE fez balanço negativo dos primeiros seis meses do Governo Déda.
A Politica Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 27/06/2007) A Política Real teve acesso. O deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), líder da oposição na Assembléia Legislativa, fez na sessão de hoje ,27, um levantamento dos 6 meses do Governo Déda, ressaltando que “até agora não houve mudança alguma, contradizendo o que o então candidato a governador prometia, a exemplo do pagamento integral do Funaserp. Quem quiser ver o dinheiro terá que contrair empréstimo junto ao Banese, pagando juros”.
Venâncio disse que nesse tempo todo o Governo enviou à Assembléia Legislativa um projeto de lei, dispondo sobre a organização estrutural da administração pública. “De forma não houve coisa alguma, porque o Governo do Estado enviou um remendo e só mudou os nomes de quatro Secretarias de Estado e mais nada, posto que os cargos foram mantidos e a estrutura é a mesma”, disse.
Segundo Venâncio Fonseca, a oposição aguardava “o retorno das empresas que foram transformadas em Departamento e nada aconteceu”. Lembrou que Francisco Gualberto (líder do Governo na Assembléia Legislativa), dizia que o Governo estava estudando essa reforma “e até agora coisa alguma aconteceu”.
“Há quinze dias, através de um jornal, o próprio governador Marcelo Déda disse que não iria transformar os departamentos em empresas, porque o custo seria de R$ 10 milhões. Foi por isso que o ex-governador João Alves Filho transformou as empresas em Departamento, para fazer economia. Mas na época a situação hoje, que era oposição, dizia que o ex-governador estava errado. Diziam isso, sem querer verificar o que era realidade. Tudo era um discurso de campanha. E hoje temos a prova de que o ex-governador João Alves Filho estava certo”, acentuou Venâncio Fonseca.
ESTAGNAÇÃO - Afirmou o líder da oposição na Assembléia Legislativa que “o Estado está estagnado”. Venâncio Fonseca fez uma análise sobre a segurança pessoal de ex-governador, “cujo projeto foi tão criticado pelo PT e seus aliados, que quando chegaram ao poder apenas diminuíram de 8 para quatro assessores, mas a mordomia continua”.
O PT, segundo Venâncio Fonseca, está pensando no dia de amanhã, “porque chegará o dia em que Marcelo Déda terminará o seu mandato e ele não poderá ficar sem direito a essa mordomia de assessores para os ex-governadores”.
Venâncio Fonseca disse que o Governo do Estado enviou o projeto de ajustamento do salário mínimo, o que é constitucional. “Quanto ao Funaserp, carro-chefe da campanha de Marcelo Déda, que dizia que devolveria o dinheiro dos servidores, apenas enviou um projeto para que a devolução seja estendida até 2009, não cumprindo o que prometera em campanha, que era devolver tudo. E ainda coloca o Banese, para ganhar um dinheirinho do servidor, cobrando juros para devolver o dinheiro do Funaserp”, alfinetou Fonseca.
Com relação ao aumento dos servidores públicos estaduais, Venâncio disse que não imaginaria nunca que o PT, defensor dos trabalhadores, daria um reajuste de apenas 2,96%, “quando o partido passou mais de 20 anos cobrando dos governantes reajustes elevados para os trabalhadores”. Lembrou que Marcelo Déda, “que veio da classe sindical, concedeu um aumento vergonhoso de 2,96% e teve contracheque que teve apenas R$ 50,00 a mais”.
Para Venâncio, “nesse governo falta tudo – de competência ao que imaginar -, menos dinheiro no caixa , que tem muito, conforme comprovou o secretário de Estado da Fazenda, Nilson Lima, informando que existiam R$ 164 milhões em caixa, com folga na Lei de Responsabilidade Fiscal, para conceder até 8% de aumento para os servidores”. “Se não o fez, foi por falta de política salarial”, comentou.
Com relação à revisão geral do vencimento dos cargos do magistério público, Venâncio lembrou que Joel Almeida, presidente do Sintese, disse que o PT deu um aumento vergonhoso, decepcionando os mestres. Afirmou o líder da oposição que o Governo do Estado não tem projetos para os sergipanos, “porque se tivesse mandaria no mínimo 8 propostas por mês, para a Assembléia Legislativa”.
Venâncio falou ainda sobre as Secretarias de Estado da Educação, Turismo, Segurança, Agricultura, Saúde e outras, mostrando que “não houve avanço algum. Ou seja, nada foi feito”. No seu entender, a inclusão social “também não deu certo”.
cinco tarefas, pode procurar outra atividade, porque nesse Governo não vai ter espaço”. Isso é uma brincadeira, complementou Venâncio, lembrando que 80% dos citricultores são pequenos ou médios.
Em relação à segurança pública, Venâncio Fonseca assegurou que os sergipanos “não têm qualquer proteção, porque os marginais estão tomando conta do Estado”. O governador Marcelo Déda PT, ganhou a eleição no gogó, tem um discurso bonito, mas não apresentou um projeto sequer, em qualquer área”, disse Venâncio Fonseca, desafiando que a situação apresentasse uma só proposta do Governo. “Esse Governo é o tartaruga, anda devagar demais e peço desculpa à tartaruga, por compará-la com o Governo Deda”, concluiu Venâncio Fonseca.
( da redação com informações de assessoria)
Venâncio disse que nesse tempo todo o Governo enviou à Assembléia Legislativa um projeto de lei, dispondo sobre a organização estrutural da administração pública. “De forma não houve coisa alguma, porque o Governo do Estado enviou um remendo e só mudou os nomes de quatro Secretarias de Estado e mais nada, posto que os cargos foram mantidos e a estrutura é a mesma”, disse.
Segundo Venâncio Fonseca, a oposição aguardava “o retorno das empresas que foram transformadas em Departamento e nada aconteceu”. Lembrou que Francisco Gualberto (líder do Governo na Assembléia Legislativa), dizia que o Governo estava estudando essa reforma “e até agora coisa alguma aconteceu”.
“Há quinze dias, através de um jornal, o próprio governador Marcelo Déda disse que não iria transformar os departamentos em empresas, porque o custo seria de R$ 10 milhões. Foi por isso que o ex-governador João Alves Filho transformou as empresas em Departamento, para fazer economia. Mas na época a situação hoje, que era oposição, dizia que o ex-governador estava errado. Diziam isso, sem querer verificar o que era realidade. Tudo era um discurso de campanha. E hoje temos a prova de que o ex-governador João Alves Filho estava certo”, acentuou Venâncio Fonseca.
ESTAGNAÇÃO - Afirmou o líder da oposição na Assembléia Legislativa que “o Estado está estagnado”. Venâncio Fonseca fez uma análise sobre a segurança pessoal de ex-governador, “cujo projeto foi tão criticado pelo PT e seus aliados, que quando chegaram ao poder apenas diminuíram de 8 para quatro assessores, mas a mordomia continua”.
O PT, segundo Venâncio Fonseca, está pensando no dia de amanhã, “porque chegará o dia em que Marcelo Déda terminará o seu mandato e ele não poderá ficar sem direito a essa mordomia de assessores para os ex-governadores”.
Venâncio Fonseca disse que o Governo do Estado enviou o projeto de ajustamento do salário mínimo, o que é constitucional. “Quanto ao Funaserp, carro-chefe da campanha de Marcelo Déda, que dizia que devolveria o dinheiro dos servidores, apenas enviou um projeto para que a devolução seja estendida até 2009, não cumprindo o que prometera em campanha, que era devolver tudo. E ainda coloca o Banese, para ganhar um dinheirinho do servidor, cobrando juros para devolver o dinheiro do Funaserp”, alfinetou Fonseca.
Com relação ao aumento dos servidores públicos estaduais, Venâncio disse que não imaginaria nunca que o PT, defensor dos trabalhadores, daria um reajuste de apenas 2,96%, “quando o partido passou mais de 20 anos cobrando dos governantes reajustes elevados para os trabalhadores”. Lembrou que Marcelo Déda, “que veio da classe sindical, concedeu um aumento vergonhoso de 2,96% e teve contracheque que teve apenas R$ 50,00 a mais”.
Para Venâncio, “nesse governo falta tudo – de competência ao que imaginar -, menos dinheiro no caixa , que tem muito, conforme comprovou o secretário de Estado da Fazenda, Nilson Lima, informando que existiam R$ 164 milhões em caixa, com folga na Lei de Responsabilidade Fiscal, para conceder até 8% de aumento para os servidores”. “Se não o fez, foi por falta de política salarial”, comentou.
Com relação à revisão geral do vencimento dos cargos do magistério público, Venâncio lembrou que Joel Almeida, presidente do Sintese, disse que o PT deu um aumento vergonhoso, decepcionando os mestres. Afirmou o líder da oposição que o Governo do Estado não tem projetos para os sergipanos, “porque se tivesse mandaria no mínimo 8 propostas por mês, para a Assembléia Legislativa”.
Venâncio falou ainda sobre as Secretarias de Estado da Educação, Turismo, Segurança, Agricultura, Saúde e outras, mostrando que “não houve avanço algum. Ou seja, nada foi feito”. No seu entender, a inclusão social “também não deu certo”.
cinco tarefas, pode procurar outra atividade, porque nesse Governo não vai ter espaço”. Isso é uma brincadeira, complementou Venâncio, lembrando que 80% dos citricultores são pequenos ou médios.
Em relação à segurança pública, Venâncio Fonseca assegurou que os sergipanos “não têm qualquer proteção, porque os marginais estão tomando conta do Estado”. O governador Marcelo Déda PT, ganhou a eleição no gogó, tem um discurso bonito, mas não apresentou um projeto sequer, em qualquer área”, disse Venâncio Fonseca, desafiando que a situação apresentasse uma só proposta do Governo. “Esse Governo é o tartaruga, anda devagar demais e peço desculpa à tartaruga, por compará-la com o Governo Deda”, concluiu Venâncio Fonseca.
( da redação com informações de assessoria)