Bancada do Nordeste. Mário Borba deu ênfase ao enfraquecimento da classe média rural nordestina.
Sua exposição destacou a preocupação por uma ação orquestrada para evitar mais perdas.
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(Brasília-DF, 21/06/2007) O coordenador Nordeste da CNA, Mário Borba, fez uma exposição em que destacou vários pontos das preocupações do agronegócio no Nordeste.
Durante sua fala, que abordou vários pontos, ele, tal como um mantra, destacava que se não se buscar uma solução para o setor, tenderemos em ver efetivamente “esmagada” a classe média rural qual, historicamente, segundo ele é quem gera alguma dinâmica social na região.
Ele entende que o desenvolvimento da Região exige planejamento e coordenação, infra-estrutura e logística, educação e capacitação tecnológica, defesa sanitária e recuperação da atividade produtiva.
Ele avaliou a questão logística e disse que o planejamento e coordenação são fundamentais. Ele lamentou a extinção da Sudene e disse que o Nordeste perdeu seu instrumento de planejamento e coordenação.
“Decorridos 6 anos da criação da Adene e da recente Sudene, ainda não se vislumbra qualquer ação efetiva em prol do desenvolvimento regional”, disse.
Sobre essa questão da logística, ele disse que a ampliação e recuperação da infra-estrutura exigem:
– Rodovias;
– Ferrovias;
– Portos;
– Aeroportos;
– Eletrificação.
Ele salientou a questão da chamada defesa sanitária. Em sua avaliação a estruturação da defesa sanitária para a Região é fundamental para que possa competir em igualdade de condições com as demais regiões do País.
Mário Borba disse que a “participação efetiva da União e dos Estados com recursos orçamentários” é inestimável.
Em sua avaliação, a educação e capacitação tecnológica são inescapáveis. A pesquisa aplicada às peculiaridades regionais não pode ser esquecida.
A aplicação dos recursos dos Fundos Setoriais para Ciência e Tecnologia, conforme determinação legal, preocupa.
Ele disse mais. Pediu uma “atenção especial para as escolas técnicas agrícolas”.
Sobre uma recuperação da atividade produtiva ele pontuou:
- Ampliação da oferta de financiamentos;
- Estabelecimento de condições de crédito compatível com o risco do setor e da Região;
- Implantação de Seguro Agrícola como condição para assegurar estabilidade de
renda e manutenção da atividade.
Ele fez salientar uma intensa preocupação em torno de uma solução para o endividamento rural.
“As várias medidas adotadas ao longo dos últimos anos não foram suficientes para solução deste problema”, disse.
Em sua avaliação a ampliação da oferta de crédito e a conseqüente retomada da produção
está condicionada a solução definitiva do endividamento.
BNDES - O coordenador Nordeste, Mário Borba, fez uma avaliação per capita dos investimentos do BNDES por região. No Nordeste, em 2006, teriam sido investidos R$ 4,8 bilhões o que representaria R$ 98,2 por habitante. No Norte, foram investidos R$ 1,6 bilhões o que daria R$ 118,2 por habitante. No Centro-Oeste, foram investidosR$ 3,7 bilhões o que daria R$ 298,2 milhões por habitante. No Sul, foram investidos R$ 9,8 bilhões o que daria algo em torno de R$ 376,8 por habitante. O Sudeste, como sempre foi o campeão nesta relação posta pelo coordenador Nordeste da CNA – a região recebeu algo em torno de R$ 34,4 bilhões o que daria uma relação de R$ 417,8 por habitante.
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)
Durante sua fala, que abordou vários pontos, ele, tal como um mantra, destacava que se não se buscar uma solução para o setor, tenderemos em ver efetivamente “esmagada” a classe média rural qual, historicamente, segundo ele é quem gera alguma dinâmica social na região.
Ele entende que o desenvolvimento da Região exige planejamento e coordenação, infra-estrutura e logística, educação e capacitação tecnológica, defesa sanitária e recuperação da atividade produtiva.
Ele avaliou a questão logística e disse que o planejamento e coordenação são fundamentais. Ele lamentou a extinção da Sudene e disse que o Nordeste perdeu seu instrumento de planejamento e coordenação.
“Decorridos 6 anos da criação da Adene e da recente Sudene, ainda não se vislumbra qualquer ação efetiva em prol do desenvolvimento regional”, disse.
Sobre essa questão da logística, ele disse que a ampliação e recuperação da infra-estrutura exigem:
– Rodovias;
– Ferrovias;
– Portos;
– Aeroportos;
– Eletrificação.
Ele salientou a questão da chamada defesa sanitária. Em sua avaliação a estruturação da defesa sanitária para a Região é fundamental para que possa competir em igualdade de condições com as demais regiões do País.
Mário Borba disse que a “participação efetiva da União e dos Estados com recursos orçamentários” é inestimável.
Em sua avaliação, a educação e capacitação tecnológica são inescapáveis. A pesquisa aplicada às peculiaridades regionais não pode ser esquecida.
A aplicação dos recursos dos Fundos Setoriais para Ciência e Tecnologia, conforme determinação legal, preocupa.
Ele disse mais. Pediu uma “atenção especial para as escolas técnicas agrícolas”.
Sobre uma recuperação da atividade produtiva ele pontuou:
- Ampliação da oferta de financiamentos;
- Estabelecimento de condições de crédito compatível com o risco do setor e da Região;
- Implantação de Seguro Agrícola como condição para assegurar estabilidade de
renda e manutenção da atividade.
Ele fez salientar uma intensa preocupação em torno de uma solução para o endividamento rural.
“As várias medidas adotadas ao longo dos últimos anos não foram suficientes para solução deste problema”, disse.
Em sua avaliação a ampliação da oferta de crédito e a conseqüente retomada da produção
está condicionada a solução definitiva do endividamento.
BNDES - O coordenador Nordeste, Mário Borba, fez uma avaliação per capita dos investimentos do BNDES por região. No Nordeste, em 2006, teriam sido investidos R$ 4,8 bilhões o que representaria R$ 98,2 por habitante. No Norte, foram investidos R$ 1,6 bilhões o que daria R$ 118,2 por habitante. No Centro-Oeste, foram investidosR$ 3,7 bilhões o que daria R$ 298,2 milhões por habitante. No Sul, foram investidos R$ 9,8 bilhões o que daria algo em torno de R$ 376,8 por habitante. O Sudeste, como sempre foi o campeão nesta relação posta pelo coordenador Nordeste da CNA – a região recebeu algo em torno de R$ 34,4 bilhões o que daria uma relação de R$ 417,8 por habitante.
( da redação com informações de Genésio Araújo Junior)