Pernambuco. João Paulo, prefeito do Recife, recebe prêmio da ONU nesta quarta.
Ele é o único brasileiro premiado este ano.
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( Brasília-DF, 20/06/2007) A Política Real teve acesso. O prefeito do Recife, João Paulo, representa o Brasil na entrega do Prêmio das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano de 2007, que acontece nesta quarta-feira ,20, na sede da ONU, em Nova Iorque (EUA).
João Paulo vai receber o prêmio Reconhecimento Especial pela Inovação em Ferramentas de Medição do Desenvolvimento Humano, conquistado pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Recife. Único trabalho brasileiro premiado neste ano, o Atlas é um software inovador que reúne mais de 200 indicadores socio-econômicos da cidade. Os secretários João da Costa (Planejamento Participativo) e Lygia Falcão (Gestão Estratégica) acompanham o prefeito na viagem. A cerimônia de entrega acontece às 20h (hora do Recife, 18h em Nova Iorque).
Primeiro projeto elaborado por um governo municipal a ganhar o prêmio, o Atlas foi lançado pela Prefeitura no final de 2005, em parceria com a ONU, Governo Federal e Fundação João Pinheiro. “O prêmio comprova, mais uma vez, a altíssima qualidade do Atlas. A ferramenta permitiu fazer um diagnóstico aprofundado da realidade social do Recife, até o ano 2000, e possibilitou o acesso da população aos dados”, afirma o prefeito João Paulo. O Atlas do Desenvolvimento Humano no Recife foi também o primeiro lançado por um município brasileiro. Depois dele, vieram os Atlas de Manaus, Grande Belo Horizonte e Grande Salvador, trabalhos feitos em parceria entre a União, Estados, prefeituras, ONU e Fundação João Pinheiro. Há, também, o Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil, além de outras iniciativas municipais sendo elaboradas em cidades como São Paulo, Curitiba, João Pessoa e Goiânia.
Inovações - Um dos fatores que chamaram atenção para o Atlas do Desenvolvimento Humano no Recife foi o uso de imagens de satélite e mapas viários. Outra inovação foi a presença de textos analíticos sobre os temas abordados. Além disso, para evitar distorções provocadas pela presença de moradores de várias classes sociais numa mesma área, o Atlas agrupou a população por localidades com características socio-econômicas semelhantes. A partir de agora, o objetivo da Prefeitura do Recife é intensificar a divulgação da ferramenta, com a preparação de mais 1,5 mil CDs para serem distribuídos entre governos, centros de pesquisa, universidades, ONGs e outros locais. Estão sendo desenvolvidos um manual didático para explicar o uso das ferramentas do programa e um caderno resumindo os resultados. O próximo passo será o Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana do Recife, que, além da capital, vai englobar indicadores de mais 13 municípios.
Projetos - O Atlas do Recife concorreu com projetos de vários continentes. No total, 50 iniciativas de 39 países foram inscritos, das quais 18 acabaram selecionadas para a etapa final. O prêmio das Nações Unidas destaca, de dois em dois anos, contribuições nacionais e regionais de produção e aplicação prática de conhecimento em desenvolvimento humano. Outros Reconhecimentos Especiais também foram concedidos ao Afeganistão e à Libéria, na categoria “Excelência em Análise de Políticas em Países em Transição Pós-conflito”, às iniciativas “Segurança com uma face humana” e “Mobilizando capacidade para reconstrução e desenvolvimento”, respectivamente; e, na categoria “Análise e Influência de Políticas Públicas”, ao trabalho “Diversidade Cultural e Étnica: Cidadania num Estado Plural”, da Guatemala.
( da redação com informações de assessoria)
João Paulo vai receber o prêmio Reconhecimento Especial pela Inovação em Ferramentas de Medição do Desenvolvimento Humano, conquistado pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Recife. Único trabalho brasileiro premiado neste ano, o Atlas é um software inovador que reúne mais de 200 indicadores socio-econômicos da cidade. Os secretários João da Costa (Planejamento Participativo) e Lygia Falcão (Gestão Estratégica) acompanham o prefeito na viagem. A cerimônia de entrega acontece às 20h (hora do Recife, 18h em Nova Iorque).
Primeiro projeto elaborado por um governo municipal a ganhar o prêmio, o Atlas foi lançado pela Prefeitura no final de 2005, em parceria com a ONU, Governo Federal e Fundação João Pinheiro. “O prêmio comprova, mais uma vez, a altíssima qualidade do Atlas. A ferramenta permitiu fazer um diagnóstico aprofundado da realidade social do Recife, até o ano 2000, e possibilitou o acesso da população aos dados”, afirma o prefeito João Paulo. O Atlas do Desenvolvimento Humano no Recife foi também o primeiro lançado por um município brasileiro. Depois dele, vieram os Atlas de Manaus, Grande Belo Horizonte e Grande Salvador, trabalhos feitos em parceria entre a União, Estados, prefeituras, ONU e Fundação João Pinheiro. Há, também, o Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil, além de outras iniciativas municipais sendo elaboradas em cidades como São Paulo, Curitiba, João Pessoa e Goiânia.
Inovações - Um dos fatores que chamaram atenção para o Atlas do Desenvolvimento Humano no Recife foi o uso de imagens de satélite e mapas viários. Outra inovação foi a presença de textos analíticos sobre os temas abordados. Além disso, para evitar distorções provocadas pela presença de moradores de várias classes sociais numa mesma área, o Atlas agrupou a população por localidades com características socio-econômicas semelhantes. A partir de agora, o objetivo da Prefeitura do Recife é intensificar a divulgação da ferramenta, com a preparação de mais 1,5 mil CDs para serem distribuídos entre governos, centros de pesquisa, universidades, ONGs e outros locais. Estão sendo desenvolvidos um manual didático para explicar o uso das ferramentas do programa e um caderno resumindo os resultados. O próximo passo será o Atlas do Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana do Recife, que, além da capital, vai englobar indicadores de mais 13 municípios.
Projetos - O Atlas do Recife concorreu com projetos de vários continentes. No total, 50 iniciativas de 39 países foram inscritos, das quais 18 acabaram selecionadas para a etapa final. O prêmio das Nações Unidas destaca, de dois em dois anos, contribuições nacionais e regionais de produção e aplicação prática de conhecimento em desenvolvimento humano. Outros Reconhecimentos Especiais também foram concedidos ao Afeganistão e à Libéria, na categoria “Excelência em Análise de Políticas em Países em Transição Pós-conflito”, às iniciativas “Segurança com uma face humana” e “Mobilizando capacidade para reconstrução e desenvolvimento”, respectivamente; e, na categoria “Análise e Influência de Políticas Públicas”, ao trabalho “Diversidade Cultural e Étnica: Cidadania num Estado Plural”, da Guatemala.
( da redação com informações de assessoria)