Nordeste e Pesca. Novas exigências para a pesca artesanal atinge fortemente o Nordeste.
Semana será decisiva.
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(Brasília-DF, 19/06/2007) A Política Real vem acompanhando. Teremos uma semana decisiva por conta do fim do defeso e face as restrições que se geraram para os pescadores artesanais. O Governo Federal, para evitar a extinção da lagosta no país, fez entrar em vigor no último sábado ,16, uma determinação federal proibindo a extração do crustáceo utilizando as tradicionais redes, que é a forma predominante no litoral nordestino. O único modo de pesca liberado é o que utiliza os covos, que por serem mais caros e de capacidade extrativa menor, são usados apenas na pesca industrial, onde as grandes embarcações podem levar milhares dessas armadilhas.
No Rio Grande do Norte dos cerca de 6.500 pescadores, pouco mais de 1.700 conseguiram suas autorizações junto ao Ibama para trabalhar utilizando os covos. Mesmo estes estão impossibilitados de ir ao mar por falta de conhecimento técnico para manuseio e falta de recursos para adquirir as armadilhas.
“Sei que é importante essa nova determinação do Ibama, mas ela deveria ser precedida de treinamento adequado e crédito para aquisição dos novos equipamentos. Pela informação, isso ainda não ocorreu no Estado. Por isso, acho importante esse prazo de três meses que seriam utilizados para a qualificação e liberação de crédito”, argumentou a governadora Wilma de Faria.
Segundo os pescadores, outros Estados vivem o mesmo problema. A governadora se mostrou sensível ao problema social e assegurou total apoio à categoria. “Agora mesmo vou enviar uma solicitação oficial ao presidente Lula e aos ministros, da Pesca e o de Meio Ambiente. Também vou me reunir com o Banco do Nordeste e mobilizar as secretarias estaduais para buscar alternativas emergenciais”, garantiu Wilma de Faria.
( da redação com informações de assessoria)
No Rio Grande do Norte dos cerca de 6.500 pescadores, pouco mais de 1.700 conseguiram suas autorizações junto ao Ibama para trabalhar utilizando os covos. Mesmo estes estão impossibilitados de ir ao mar por falta de conhecimento técnico para manuseio e falta de recursos para adquirir as armadilhas.
“Sei que é importante essa nova determinação do Ibama, mas ela deveria ser precedida de treinamento adequado e crédito para aquisição dos novos equipamentos. Pela informação, isso ainda não ocorreu no Estado. Por isso, acho importante esse prazo de três meses que seriam utilizados para a qualificação e liberação de crédito”, argumentou a governadora Wilma de Faria.
Segundo os pescadores, outros Estados vivem o mesmo problema. A governadora se mostrou sensível ao problema social e assegurou total apoio à categoria. “Agora mesmo vou enviar uma solicitação oficial ao presidente Lula e aos ministros, da Pesca e o de Meio Ambiente. Também vou me reunir com o Banco do Nordeste e mobilizar as secretarias estaduais para buscar alternativas emergenciais”, garantiu Wilma de Faria.
( da redação com informações de assessoria)