31 de julho de 2025

Nordeste e Biodiesel. Assessor de Lago fala das potencialidades do Maranhão no I Congresso Internacional.

O segundo congresso será em São Luís.

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( Brasília-DF, 13/06/2007) A Política Real teve acesso. O secretário de Indústria e Comércio do Estado do Maranhão, Júlio César Teixeira Noronha, que integra a comitiva maranhense no 1° Congresso Internacional de Agroenergia e Biocombustíveis, que está sendo realizado em Teresina, no Rio Poty Hotel, fez palestra, hoje, com o tema “Opções para investimento em agroenergia do Maranhão” onde ressaltou a importância da integração do Piauí, Maranhão e Tocantins para o êxito do programa de produção do biocombustível.

Ele anunciou, para o próximo ano, a realização da segunda edição do congresso em São Luís (MA).

Durante conferência, Júlio César apresentou as potencialidades do seu Estado, que tem 33 milhões de hectares de terra, das quais 19,5 milhões são áreas de preservação ambiental. Fora essas áreas de preservação, Maranhão tem terra disponível para cultivo de girassol, mamona e cana-de-açúcar.

Em palestra, o secretário disse que o Sudoeste do Maranhão tem os melhores indicadores pluviométricos para produção da cana-de-açúcar, disponibilidade de água e potencial de área irrigada.

Ele destacou a logística do Estado no setor de transporte e que possibilita a exportação através do Porto do Itaqui, em São Luís, exemplificando que hoje, cidades que são grandes produtoras de grãos têm como escoar a produção até o porto. O Maranhão, por ter localização estratégica, com a proximidade da Região Norte e interligação com o Nordeste, é um potencial por viabilizar a exportação da produção agrícola e do biodiesel.

Júlio César também ressaltou a inclusão do agricultor familiar em todas as fases da cadeia produtiva, que é uma preocupação, também, do governador do Piauí, Wellington Dias.

Em sua conferência, o secretário apresentou dados da economia maranhense e destacou as metas do atual governo em trabalhar o cultivo de plantas oleaginosas, sem deixar de lado as pequenas lavouras e, também, a criação de escritórios da Casa da Agricultura Familiar para levar assistência técnica e informação ao pequeno produtor.


( da redação com informações de assessoria)