Nordeste e Reforma Política. Partidos fazem manobra para adiar votação sobre a reforma política.
ACM Neto alega que essa é uma antecipação da decisão dos parlamentares sobre a reforma.
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(Brasília-DF, 13/06/2007) O plenário da Câmara iniciou sua sessão de hoje na discussão sobre reforma política. A manobra de alguns partidos está ameaçando a viabilidade da reforma ser votada hoje. No início da sessão o deputado Leonardo Pucciani (PMDB-RJ) alegou que o projeto relatado por Ronaldo Caiado (DEM-GO) não poderia ser colocado em votação porque não passou na CCJ. O deputado Lincoln Portela (PR-MG) apresentou um requerimento para retirar a matéria de pauta com esse argumento.
O presidente da sessão, Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), deu início a discussão do projeto 1210/07 sem apreciar o requerimento de retirada da matéria. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) alegou que a decisão do então presidente não era regimental e apresentou um recurso de suspensão da discussão. O recurso está sendo apreciado pelo plenário neste momento e a votação encontra-se em obstrução pelos partidos do PTB, PR, PP, PV, e pelo bloco PSBB, PCdoB e PDT.
Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) alega que essa situação é uma reação dos partidos que não querem realmente a implantação de uma reforma política. “Essa é uma antecipação da decisão dos parlamentares sobre a reforma”, disse o deputado. Se o quorum desta votação sobre o recurso não for atingido a sessão cai e a reforma só poderá voltar ao debate depois que o recurso de Faria de Sá for apreciado pela CCJ. ACM Neto alega que se isso acontecer dificilmente a reforma política voltará a entrar em pauta esta ano.
(por Liana Gesteira)
O presidente da sessão, Nárcio Rodrigues (PSDB-MG), deu início a discussão do projeto 1210/07 sem apreciar o requerimento de retirada da matéria. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) alegou que a decisão do então presidente não era regimental e apresentou um recurso de suspensão da discussão. O recurso está sendo apreciado pelo plenário neste momento e a votação encontra-se em obstrução pelos partidos do PTB, PR, PP, PV, e pelo bloco PSBB, PCdoB e PDT.
Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) alega que essa situação é uma reação dos partidos que não querem realmente a implantação de uma reforma política. “Essa é uma antecipação da decisão dos parlamentares sobre a reforma”, disse o deputado. Se o quorum desta votação sobre o recurso não for atingido a sessão cai e a reforma só poderá voltar ao debate depois que o recurso de Faria de Sá for apreciado pela CCJ. ACM Neto alega que se isso acontecer dificilmente a reforma política voltará a entrar em pauta esta ano.
(por Liana Gesteira)