31 de julho de 2025

Nordeste e Indústria. PE: Setor caiu 1,8%.

Recuo se deu após avanço de 4,8%.

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(Brasília-DF, 11/06/2007) A Política Real teve acesso. Em abril, a produção industrial de Pernambuco ajustada sazonalmente recuou 1,8%, em relação ao mês imediatamente anterior, após crescer 4,8% em março. Nos confrontos contra iguais períodos de 2006, tanto o indicador mensal (6,5%) como o acumulado no ano (5,8%) foram positivos . O indicador acumulado nos últimos doze meses (5,3%) fica praticamente estável frente ao resultado de março (5,4%).

Na comparação com abril de 2006, a indústria pernambucana cresce 6,5%, décima oitava taxa positiva consecutiva , com acréscimo em sete das onze atividades pesquisadas. O maior impacto positivo veio de produtos químicos (31,2%), por conta do aumento na produção de tintas e vernizes para construção e hipocloritos de cálcio . Outras contribuições positivas relevantes foram observadas em metalurgia básica (8,0%), em função da maior fabricação de vergalhões de aço ao carbono , e chapas e tiras de alumínio ; e em borracha e plástico (21,5%), decorrente dos itens filmes de plástico ; e tubos , canos e mangueiras de plásticos . Em sentido oposto , as principais influências negativas foram assinaladas por máquinas , aparelhos e materiais elétricos (-20,6%) e calçados e artigos de couro (-20,0%), por conta da redução na produção de pilhas e baterias elétricas, e lâmpadas ; e couros e peles de bovinos , respectivamente .

O indicador acumulado no ano mostrou crescimento de 5,8%, apoiado na expansão de oito dos onze segmentos investigados. As principais contribuições positivas vieram de produtos químicos (20,7%), alimentos e bebidas (4,9%) e borracha e plástico (20,7%), influenciados pelos avanços na produção de borracha de estireno-butadieno, e tintas e vernizes para construção ; sorvetes e açúcar cristal ; e filmes de plástico . Já as pressões negativas mais significativas foram assinaladas por máquinas , aparelhos e materiais elétricos (-14,6%) e calçados e artigos de couro (-12,3%), em função da queda na produção de pilhas ou baterias elétricas; e couros e peles de bovinos.

( da redação com informações de assessoria)