Nordeste e a Indústria. CE: Setor caiu 1 % comparado a março.
Em abril, a produção industrial do Ceará ajustada sazonalmente recuou 1,0% em relação ao mês anterior, após queda de 1,6% em março.
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( Brasília-DF, 11/06/2007) A Política Real teve acesso. Em abril, a produção industrial do Ceará ajustada sazonalmente recuou 1,0% em relação ao mês anterior, após queda de 1,6% em março. Na comparação com igual mês do ano anterior, a produção industrial cearense mostrou decréscimo de 0,6%. O indicador acumulado no primeiro quadrimestre do ano também apresentou queda (-2,4%), enquanto o acumulado nos últimos doze meses aponta crescimento de 4,9%, repetindo o resultado de março .
No indicador mensal (-0,6%), cinco das dez atividades pesquisadas recuaram. A maior contribuição negativa veio de refino de petróleo e produção de álcool (-41,7%), por conta da menor produção de óleo diesel e gasolina , devido a uma paralisação em importante refinaria. Vale mencionar ainda , as pressões negativas vindas de têxtil (-5,5%), em função da queda na fabricação de fios e tecidos de algodão ; e máquinas , aparelhos e materiais elétricos (-28,0%), pressionado pelo recuo no item transformadores . Por outro lado , o principal impacto positivo veio de alimentos e bebidas (13,9%), seguido por metalurgia básica (50,1%) e minerais não-metálicos (28,4%). Nestes segmentos , sobressaem, os itens amendoim e castanha de caju torrados; vergalhões e barras de aço ao carbono ; e cimento .
O acumulado no ano teve queda (-2,4%), com resultados negativos em sete dos dez setores investigados, cabendo o principal impacto ao setor de refino de petróleo e produção de álcool (-36,3%). Vale mencionar também os recuos em têxtil (-6,4%, 1); máquinas , aparelhos e materiais elétricos (-15,3%) e produtos de metal (-30,7%). Já a maior contribuição positiva veio de alimentos e bebidas (9,4%).
( da redação com informações de assessoria)
No indicador mensal (-0,6%), cinco das dez atividades pesquisadas recuaram. A maior contribuição negativa veio de refino de petróleo e produção de álcool (-41,7%), por conta da menor produção de óleo diesel e gasolina , devido a uma paralisação em importante refinaria. Vale mencionar ainda , as pressões negativas vindas de têxtil (-5,5%), em função da queda na fabricação de fios e tecidos de algodão ; e máquinas , aparelhos e materiais elétricos (-28,0%), pressionado pelo recuo no item transformadores . Por outro lado , o principal impacto positivo veio de alimentos e bebidas (13,9%), seguido por metalurgia básica (50,1%) e minerais não-metálicos (28,4%). Nestes segmentos , sobressaem, os itens amendoim e castanha de caju torrados; vergalhões e barras de aço ao carbono ; e cimento .
O acumulado no ano teve queda (-2,4%), com resultados negativos em sete dos dez setores investigados, cabendo o principal impacto ao setor de refino de petróleo e produção de álcool (-36,3%). Vale mencionar também os recuos em têxtil (-6,4%, 1); máquinas , aparelhos e materiais elétricos (-15,3%) e produtos de metal (-30,7%). Já a maior contribuição positiva veio de alimentos e bebidas (9,4%).
( da redação com informações de assessoria)