31 de julho de 2025

Nordeste e a Indústria. Setor caiu 1,2 % comparado com março.

A indústria do Nordeste registrou queda de 1,2% frente a março, na série livre dos efeitos sazonais, terceira queda consecutiva.

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( Brasília-DF, 11/06/2007) A Política Real teve acesso. Em abril, a indústria do Nordeste registrou queda de 1,2% frente a março, na série livre dos efeitos sazonais, terceira queda consecutiva. No confronto com igual mês do ano anterior há um decréscimo de 1,9%, enquanto que nos indicadores para períodos mais abrangentes observa-se expansão de 1,7% no acumulado no ano e de 2,8% no acumulado nos últimos doze meses.

A indústria nordestina, segundo o indicador mensal, recuou 1,9%, com seis dos onze segmentos pesquisados em queda. O maior impacto negativo veio de refino de petróleo e produção de álcool (-17,5%), seguido por celulose e papel (-14,2%) e produtos químicos (-2,6%). Nestes ramos , sobressaem os recuos na produção de óleo diesel , naftas para petroquímica ; celulose ; e adubos , respectivamente . Por outro lado , alimentos e bebidas (7,8%) exerceu a principal pressão positiva , com destaque para os avanços na fabricação de café torrado e moído e de farinha de trigo .

No indicador acumulado janeiro-abril, o acréscimo de 1,7% está apoiado no desempenho positivo de quatro das onze atividades pesquisadas, com destaque para alimentos e bebidas (9,2%). Também vale citar os avanços assinalados por produtos químicos (2,3%) e minerais não-metálicos (7,6%). Nestes setores os principais acréscimos vieram de açúcar cristal ; tintas e vernizes para construção ; e cimento , respectivamente . Em sentido contrário , as pressões negativas mais significativas vieram de refino de petróleo e produção de álcool (-3,5%), devido à diminuição na fabricação de óleo diesel ; e de têxtil (-5,5%), principalmente o item tecidos de algodão.

( da redação com informações do IBGE)