31 de julho de 2025

Nordeste e Cesta Básica. Variações em 12 meses: confira como ficou no conjunto das capitais nordestinas.

A Política Real teve acesso.

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( Brasília-DF, 01/06/2007) A Política Real tevea acesso. Ao contrário do que ocorreu com a variação mensal, em 12 meses a maior parte dos produtos pesquisados subiu na maioria das localidades. No caso do pão, café e óleo de soja, os aumentos foram apurados em todas as capitais.

As maiores altas do pão foram verificadas em Goiânia (12,82%), Brasília (10,41%)
e Natal (9,81%). Já com relação ao café, os aumentos mais expressivos ocorreram em Natal (25,24%), Curitiba (21,36%), São Paulo (21,21%), Vitória (20,82%) e Fortaleza (20,71%).

Estoques baixos têm pressionado a cotação do café. Finalmente, o óleo de soja tem seu
preço norteado pela variação da soja em grão que, apesar da valorização do real, tem forte demanda no mercado internacional. Assim, o preço do óleo subiu acima de 10% em 14 capitais, com destaque para Belém (24,21%), Fortaleza (24,12%) e João Pessoa (21,61%).

A carne teve aumento anual em 15 capitais, com a única retração verificada no Rio
de Janeiro (-1,70%). As taxas mais elevadas apareceram em Porto Alegre (18,21%),
Aracaju (12,22%), Vitória (11,82%) e São Paulo (9,75%). Os elevados patamares do preço da carne decorrem da demanda mundial, uma vez que o Brasil é grande exportador do produto. É interessante observar que, há um ano, havia restrição à importação da carne
brasileira por parte de vários países.

Apenas feijão, açúcar e tomate tiveram predominância de redução em seus preços
na comparação anual. No caso do feijão, a queda ocorreu em 16 capitais, com variações
entre -19,31%, em Fortaleza e -33,69%, em Brasília. Quanto ao açúcar, apenas em
Fortaleza o preço subiu (12,31%), enquanto as retrações situaram-se entre -3,60%, em
Aracaju e -28,02%, em Recife. Com relação ao tomate, os recuos, em 12 meses, foram
verificados em 10 cidades, em especial em Recife (-53,24%), Vitória (-37,23%) e Belo
Horizonte (-25,14%). Dentre as altas, os destaques foram Porto Alegre (35,59%), Rio de
Janeiro (20,99%) e Belém (20,17%).

( da redação com informações de assessoria)