Nordeste e Industria
PE: Setor cresceu 4,9 por cento comparado com fevereiro.
Publicado em
( Brasília-DF, 09/05/2007) A Política Real teve acesso. Em março, a produção industrial de Pernambuco, ajustada sazonalmente, avançou 4,9% em relação a fevereiro, após assinalar crescimento de 0,6% no mês anterior. No confronto com março do ano passado houve acréscimo de 5,9%. O fechamento do primeiro trimestre do ano mostrou crescimento de 5,7% frente a igual trimestre do ano anterior, e ficou praticamente estável (0,1%) em relação ao trimestre imediatamente anterior (série ajustada sazonalmente). O indicador acumulado nos últimos doze meses apresentou ligeiro acréscimo na passagem de fevereiro (5,3%) para março (5,5%). E o indicador de média móvel trimestral registrou aumento de 1,0%, após assinalar duas taxas negativas consecutivas, período em que acumulou uma perda de 1,0%.
Na comparação com março do ano passado, a indústria pernambucana avançou pelo décimo sétimo mês consecutivo, com taxas positivas em oito das onze atividades industriais pesquisadas. No crescimento de 5,9%, destaca-se o bom desempenho de alimentos e bebidas (7,3%), por conta do aumento na produção de sorvetes e farinha de trigo. Em seguida, vale citar também os avanços em produtos químicos (13,2%), em virtude da maior fabricação de oxigênio, e de tintas e vernizes para construção; e em borracha e plástico (18,9%), por conta do aumento na produção de filmes de plástico, e sacos de lixo. Em sentido oposto, as principais pressões negativas vieram de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,1%) e de metalurgia básica (-2,6%), devido, respectivamente, a redução da produção de pilhas e baterias elétricas; e fio-máquina de aço ao carbono.
No acréscimo de 5,7%, observado no acumulado no ano, oito dos onze ramos pesquisados mostraram expansão. Os maiores impactos positivos foram assinalados por alimentos e bebidas (6,3%), produtos químicos (16,9%) e borracha e plástico (20,4%), em virtude, respectivamente, do aumento na produção dos itens: sorvetes e picolés; borracha de estireno-butadieno; e filmes de plásticos. Por outro lado, as principais contribuições negativas vieram de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-12,0%) e de minerais não-metálicos (-2,7%), por conta, respectivamente, do recuo na produção de pilhas e baterias elétricas; e abrasivos naturais e artificiais em pó ou em grãos.
( da redação com informações de assessoria)
Na comparação com março do ano passado, a indústria pernambucana avançou pelo décimo sétimo mês consecutivo, com taxas positivas em oito das onze atividades industriais pesquisadas. No crescimento de 5,9%, destaca-se o bom desempenho de alimentos e bebidas (7,3%), por conta do aumento na produção de sorvetes e farinha de trigo. Em seguida, vale citar também os avanços em produtos químicos (13,2%), em virtude da maior fabricação de oxigênio, e de tintas e vernizes para construção; e em borracha e plástico (18,9%), por conta do aumento na produção de filmes de plástico, e sacos de lixo. Em sentido oposto, as principais pressões negativas vieram de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,1%) e de metalurgia básica (-2,6%), devido, respectivamente, a redução da produção de pilhas e baterias elétricas; e fio-máquina de aço ao carbono.
No acréscimo de 5,7%, observado no acumulado no ano, oito dos onze ramos pesquisados mostraram expansão. Os maiores impactos positivos foram assinalados por alimentos e bebidas (6,3%), produtos químicos (16,9%) e borracha e plástico (20,4%), em virtude, respectivamente, do aumento na produção dos itens: sorvetes e picolés; borracha de estireno-butadieno; e filmes de plásticos. Por outro lado, as principais contribuições negativas vieram de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-12,0%) e de minerais não-metálicos (-2,7%), por conta, respectivamente, do recuo na produção de pilhas e baterias elétricas; e abrasivos naturais e artificiais em pó ou em grãos.
( da redação com informações de assessoria)