Paraíba
TCU suspende recursos da prefeitura de Boa Ventura por causa do nepotismo; Procurador regional do trabalho diz que a decisão tem efeito pedagógico.
Publicado em
(João Pessoa-PB, 08/05/2007) O Tribunal de Contas da União decidiu suspender qualquer transferência de recursos federais para a prefeitura de Boa Ventura, no Sertão da Paraíba, até que o prefeito José Pinto Neto demita todos os seus parentes.
O autor da representação que resultou na penalidade do Tribunal de Contas da União (TCU) é o procurador regional do trabalho, Eduardo Varandas. Ele disse que a medida tem efeito pedagógico e garantiu que permanece vigilante no combate ao nepotismo. “O Ministério Público vai estar vigilante no cumprimento da lei. Eu acho que essa matéria nepotismo tem que ser radicada, e as pessoas precisam ter acesso democrático aos cargos públicos”, afirmou.
Varandas defende a união da justiça e da sociedade para acabar com o nepotismo na Paraíba. “É preciso que aja uma junção de esforços de todos os órgãos públicos encarregados de fazer cumprir a lei. O Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal de Justiça são peças fundamentais. Então, é preciso que aja uma conscientização das autoridades em todos os poderes para que fiscalizem a aplicação de recursos públicos, inclusive quanto a nomeação de governos públicos. Eu acredito que existe uma nova mentalidade em jogo”, destacou.
(Da redação)
O autor da representação que resultou na penalidade do Tribunal de Contas da União (TCU) é o procurador regional do trabalho, Eduardo Varandas. Ele disse que a medida tem efeito pedagógico e garantiu que permanece vigilante no combate ao nepotismo. “O Ministério Público vai estar vigilante no cumprimento da lei. Eu acho que essa matéria nepotismo tem que ser radicada, e as pessoas precisam ter acesso democrático aos cargos públicos”, afirmou.
Varandas defende a união da justiça e da sociedade para acabar com o nepotismo na Paraíba. “É preciso que aja uma junção de esforços de todos os órgãos públicos encarregados de fazer cumprir a lei. O Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal de Justiça são peças fundamentais. Então, é preciso que aja uma conscientização das autoridades em todos os poderes para que fiscalizem a aplicação de recursos públicos, inclusive quanto a nomeação de governos públicos. Eu acredito que existe uma nova mentalidade em jogo”, destacou.
(Da redação)