Bancada do Nordeste. Deputados nordestinos definem agenda de trabalho conjunto com o Banco do Nordeste.
A Política Real teve acesso.
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( Brasília-DF, 28/05/2007) A Política Real teve acesso. "O BNB é um parceiro privilegiado e instrumento efetivo no esforço de mostrar a questão regional como parte do desenvolvimento nacional, inserindo por completo o Nordeste em um projeto de Nação", afirmou o deputado federal Zezeu Ribeiro (PT-BA), coordenador da bancada nordestina na Câmara dos Deputados, durante reunião ocorrida esta manhã, 28, na sede do Banco do Nordeste, em Fortaleza.
O evento contou com a participação do presidente do BNB, Roberto Smith, diretores e superintendentes do Banco, além dos parlamentares Zezéu Ribeiro, José Guimarães (PT-CE), Eudes Xavier (PT-CE),, Jusmari Oliveira (PR-BA), José Airton Cirilo (PT-CE), e Jorge Khoury (DEM-BA), que compõem a bancada. Na oportunidade, foram discutidas as perspectivas de desenvolvimento da Região e a atuação e resultados do BNB, como forma de construir uma agenda de trabalho para o Nordeste e promover a aproximação entre Banco e Câmara dos Deputados.
O presidente Roberto Smith proferiu palestra sobre a economia do Nordeste no contexto da economia brasileira. Segundo ele, "as perspectivas para o Nordeste são muito boas e vêm acompanhando o bom ritmo de crescimento do Brasil, vinculado a uma política que pensa o crescimento econômico com distribuição de renda, provocando repercussões sobretudo para os nordestinos, e que não tem nada de clientelista".
Para Smith, a economia do Nordeste se encontra hoje integrada à brasileira. Ele fez uma comparação entre a conjuntura atual e a vivida em 1959. "Hoje, vemos uma tênue melhora na participação do Nordeste na economia brasileira. Mas há muito que melhorar, pois as diferenças da Região para a média brasileira ainda são palpáveis", avaliou.
Entre as ações consideradas fundamentais à Região, o presidente citou as discussões em torno dos projetos da Transnordestina e da transposição do Rio São Francisco e a superação dos chamados "fatores de desagregação regional", como a guerra fiscal entre os Estados. "A Sudene poderá se tornar uma ferramenta eficaz de promoção dessa integração nordestina, na medida em que seja acompanhada de recursos para investimento. Acreditamos que o gerenciamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estaria mais bem situado dentro de um contexto de atuação da Sudene", disse.
Smith defendeu ainda a construção de uma política produtiva atrelada à política tributária e que "abranja todas as cadeias produtivas, destruindo esta divisão que há entre o que é agrícola, industrial e de serviço".
Pesquisa - Durante o evento, o superintendente do Escritório Técnico de Estudos Econômicos (Etene), José Sydrião Alencar, fez um resumo da atuação do Etene, com destaque para sua contribuição para o planejamento de ações governamentais, por meio da implementação de pesquisas socioeconômicas e da manutenção de bases de dados, com informações econômicas, sociais, financeiras e tecnológicas de interesse regional.
Ele informou que o Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci), operacionalizado pelo (Etene) do BNB, destinou no último quadriênio, em recursos não-reembolsáveis, R$ 19,2 milhões para projetos de pesquisa e difusão tecnológica em toda a área de atuação do Banco do Nordeste.
O deputado Zezéu Ribeiro manifestou interesse em estreitar a parceria com o Etene, visando obter informações sobre a economia nordestina. Um dos estudos relevantes realizado pelo órgão, citado pelo deputado, diz respeito à entrada de recursos públicos no Nordeste. Segundo ele, na medida em que identifica as áreas menos favorecidas, a pesquisa pode subsidiar a ação dos parlamentares, no sentido de distribuir mais eqüitativamente os recursos a serem enviados para a Região.
Precedendo a apresentação do Etene, o diretor de Gestão do Desenvolvimento do BNB, Pedro Lapa, discorreu sobre a inserção do Banco do Nordeste no Plano de Desenvolvimento Regional e citou as várias ações de desenvolvimento empreendidas pelo Banco no campo do crédito, da atração de investimentos, da agricultura familiar, do turismo e da cultura, entre outros.
( da redação com informações de assessoria)
O evento contou com a participação do presidente do BNB, Roberto Smith, diretores e superintendentes do Banco, além dos parlamentares Zezéu Ribeiro, José Guimarães (PT-CE), Eudes Xavier (PT-CE),, Jusmari Oliveira (PR-BA), José Airton Cirilo (PT-CE), e Jorge Khoury (DEM-BA), que compõem a bancada. Na oportunidade, foram discutidas as perspectivas de desenvolvimento da Região e a atuação e resultados do BNB, como forma de construir uma agenda de trabalho para o Nordeste e promover a aproximação entre Banco e Câmara dos Deputados.
O presidente Roberto Smith proferiu palestra sobre a economia do Nordeste no contexto da economia brasileira. Segundo ele, "as perspectivas para o Nordeste são muito boas e vêm acompanhando o bom ritmo de crescimento do Brasil, vinculado a uma política que pensa o crescimento econômico com distribuição de renda, provocando repercussões sobretudo para os nordestinos, e que não tem nada de clientelista".
Para Smith, a economia do Nordeste se encontra hoje integrada à brasileira. Ele fez uma comparação entre a conjuntura atual e a vivida em 1959. "Hoje, vemos uma tênue melhora na participação do Nordeste na economia brasileira. Mas há muito que melhorar, pois as diferenças da Região para a média brasileira ainda são palpáveis", avaliou.
Entre as ações consideradas fundamentais à Região, o presidente citou as discussões em torno dos projetos da Transnordestina e da transposição do Rio São Francisco e a superação dos chamados "fatores de desagregação regional", como a guerra fiscal entre os Estados. "A Sudene poderá se tornar uma ferramenta eficaz de promoção dessa integração nordestina, na medida em que seja acompanhada de recursos para investimento. Acreditamos que o gerenciamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estaria mais bem situado dentro de um contexto de atuação da Sudene", disse.
Smith defendeu ainda a construção de uma política produtiva atrelada à política tributária e que "abranja todas as cadeias produtivas, destruindo esta divisão que há entre o que é agrícola, industrial e de serviço".
Pesquisa - Durante o evento, o superintendente do Escritório Técnico de Estudos Econômicos (Etene), José Sydrião Alencar, fez um resumo da atuação do Etene, com destaque para sua contribuição para o planejamento de ações governamentais, por meio da implementação de pesquisas socioeconômicas e da manutenção de bases de dados, com informações econômicas, sociais, financeiras e tecnológicas de interesse regional.
Ele informou que o Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fundeci), operacionalizado pelo (Etene) do BNB, destinou no último quadriênio, em recursos não-reembolsáveis, R$ 19,2 milhões para projetos de pesquisa e difusão tecnológica em toda a área de atuação do Banco do Nordeste.
O deputado Zezéu Ribeiro manifestou interesse em estreitar a parceria com o Etene, visando obter informações sobre a economia nordestina. Um dos estudos relevantes realizado pelo órgão, citado pelo deputado, diz respeito à entrada de recursos públicos no Nordeste. Segundo ele, na medida em que identifica as áreas menos favorecidas, a pesquisa pode subsidiar a ação dos parlamentares, no sentido de distribuir mais eqüitativamente os recursos a serem enviados para a Região.
Precedendo a apresentação do Etene, o diretor de Gestão do Desenvolvimento do BNB, Pedro Lapa, discorreu sobre a inserção do Banco do Nordeste no Plano de Desenvolvimento Regional e citou as várias ações de desenvolvimento empreendidas pelo Banco no campo do crédito, da atração de investimentos, da agricultura familiar, do turismo e da cultura, entre outros.
( da redação com informações de assessoria)