Nordeste e os Governadores. Governadores tendem a sugerir suspensão da Guerra Fiscal.
Governador Cássio Cunha, Lima, da Paraíba, diz que solução só viria em 12 anos.
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( Fortaleza-CE, 25/05/2007) Os governadores dos estados nordestinos, a partir de uma média de entendimento colhido pela nossa reportagem junto aos governadores que já estão no encontro – aponta para uma sugestão ao Governo Federal para conter a “Guerra Fiscal”, antes do Governo Federal anunciar uma nova proposta de Reforma Tributária no começo do segundo semestre, como se espera no Congresso Nacional.
A tendência é que os governadores proponham que se pactue pelo fim de incentivos fiscais para “determinados setores”. O porta-voz dessa média de entendimento foi o governador do Ceará, Cid Gomes, o anfitrião. Os governadores de Pernambuco e Bahia tendem por este caminho. A governadora Wilma de Faria, falando aos jornalistas agora há pouco tem como propostas para o encontro o uso da Sudene, “fortalecida” , como instrumento de combate às desigualdades regionais. Enfim, ela sugeriu preferir uma solução para a Guerra Fiscal. Os governadores de estados que estão equilibrados com a LRF, mesmo com as restrições que são impostas pela Secretaria do Tesouro Nacional, preferem uma solução para a guerra fiscal.
Se sabe, e a Política Real antecipou, que os senadores trabalham para sugerir uma PEC, proposta de emenda constitucional, que crie um IVA federal qual possa ser encampado pelos governos de estados e municípios num tempo a ser definido sob determinadas condições .
PARA DEPOIS – O governador Cássio Cunha Lima, da Paraíba, é o único que diz que não dá para acabar, “por acabar”, com a guerra fiscal sem buscar uma solução.
- Essa questão deveria ter começado a ser resolvida lá atrás. Não dá para resolver isso sem um hiato. A solução é criar data certa para isso. Dentro de 12 anos isso poderia ser atendido – disse. Ele se referia, diretamente, ao fim da Guerra Fiscal.
( por Genésio Araújo Junior)
A tendência é que os governadores proponham que se pactue pelo fim de incentivos fiscais para “determinados setores”. O porta-voz dessa média de entendimento foi o governador do Ceará, Cid Gomes, o anfitrião. Os governadores de Pernambuco e Bahia tendem por este caminho. A governadora Wilma de Faria, falando aos jornalistas agora há pouco tem como propostas para o encontro o uso da Sudene, “fortalecida” , como instrumento de combate às desigualdades regionais. Enfim, ela sugeriu preferir uma solução para a Guerra Fiscal. Os governadores de estados que estão equilibrados com a LRF, mesmo com as restrições que são impostas pela Secretaria do Tesouro Nacional, preferem uma solução para a guerra fiscal.
Se sabe, e a Política Real antecipou, que os senadores trabalham para sugerir uma PEC, proposta de emenda constitucional, que crie um IVA federal qual possa ser encampado pelos governos de estados e municípios num tempo a ser definido sob determinadas condições .
PARA DEPOIS – O governador Cássio Cunha Lima, da Paraíba, é o único que diz que não dá para acabar, “por acabar”, com a guerra fiscal sem buscar uma solução.
- Essa questão deveria ter começado a ser resolvida lá atrás. Não dá para resolver isso sem um hiato. A solução é criar data certa para isso. Dentro de 12 anos isso poderia ser atendido – disse. Ele se referia, diretamente, ao fim da Guerra Fiscal.
( por Genésio Araújo Junior)