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  • Contato Brasil, 05 de maio de 2021 22:25:11
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  • 17/02/2021 07h40

    DECRETOS DAS ARMAS: Eliziane Gama além de pedir a sustação dos decretos de Bolsonaro apresentou projeto que veda doação de pessoas ligadas a indústria de armas a candidatos e partido

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    Foto: Arquivo da Política Real

    Eliziane Gama tem projetos contra os decretos das armas e contra doações de armamentistas

    ( Publicada originalmente às 11h 10 do dia 16/02/2021) 

    (Brasília-DF, 17/02/2021) O pacote de decretos das armas editado pelo Presidente Jair Bolsonaro na sexta-feira,12, mas que ficou claro só no sábado, 13, não vai ficar por isso mesmo.

    A senadora Eliziane Gama(MA), líder do Cidadania no Senado, é autora de quatro projetos de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os decretos. Ela também é líder do Bloco Senado Independente (Cidadania/PDT/REDE/PSB), antes ocupado pelo senador Veneziano Vital do Rêgo(MDB-PB), que mudou de partido  deixou o PSB.

    Além dessas iniciativa a senadora Eliziane Gama apresentou PL nessa segunda-feira, 15, em que se veda doações de pessoas físicas ligadas à indústria e comércio de armas e munições para partidos e candidatos.

    Na proposta, é vedado, a partido e candidato receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, procedente de pessoas físicas ligadas à indústria e comércio de armas e munições, clubes e associações de tiro.

    A senadora maranhense alega que a liberação de armas beneficia quem delas quer tirar proveito econômico particular e também o crime organizado que “certamente encontrará uma nova fronteira rentável para suas atividades ilícitas. Quanto a segurança, quanto mais armas nas mãos das pessoas, pior para a polícia, logo é péssimo para a sociedade”, avaliou.

    A parlamentar defende que o projeto tem como principal objetivo impedir que a indústria de armas e da morte contamine os políticos, as eleições e as instituições. “Esse primeiro passo começa com a proibição clara a que esse segmento possa financiar a política no Brasil. Quem vive da violência como presunção para a paz, não pode influenciar a democracia de uma nação”.

    ( da redação com informações de assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)