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Misto Brasília - Por Gilmar Correa
  • 03/12/2015 08h51

    Vaca, bezerros e uma pitada de prudência

    Não vire bucha de canhão, senhor apaixonado político

    Como se dizia lá em casa: dois errados não fazem o certo. Essa observação é por conta do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) que irá correr na Câmara.

    O "batidão" político anunciado ontem provocou muitos comentários e não vai parar nesta semana. O fato é que essa crise política vai arrastar o país por meses com o agravamento da já triste economia.

    Hoje, vivemos uma pré-depressão. Para os observadores do mercado, a situação vai piorar. Assim, 2016 também será um ano sem alento.

    O fato é que a situação é crítica em todos os sentidos e a nossa classe política - todos eles com mandatos ou no comando de alguma coisa que se chama partido -, tem responsabilidades nessa crise.

    A promiscuidade virou moeda de troca numa completa inversão de valores, até porque a própria sociedade vive uma situação moralmente discutível.

    Tomo para mim novamente um conselho popular: muita calma nesta hora.

    Enquanto você ai fica defendendo A ou B, este ou aquele político, este ou aquele governo, saiba que muitos deles estão numa boa.

    E você vai perder amigos, perder a razão e a paciência. E continuará pagando impostos para que tudo fique igual ou pior.

    A História nos ensina que muitos serviram de bucha de canhão, enquanto os espertos se aproveitaram em guerras, conflitos, rebeliões, crises etc etc.

    O momento é tenebroso, todos sabemos. Mas a prudência é necessária inclusive para compreender melhor o momento.

    Cuidado, senhores apaixonados partidários, não vire bucha de canhão, porque o momento é de vaca desconhecer bezerro.


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