31 de julho de 2025

Marco Rubio nega que os Estados Unidos tenham atuado para ajudar Flávio Bolsonaro ter fugido do Brasil; imprensa dos EUA garante que EUA ajudou e pagou pela fuga

Por Politica Real com agências
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Com agências.

(Brasília-DF, 31/10/2026) Neste sábado, 31, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, negou neste  que o governo americano tenha facilitado a saída do Brasil do senador Flávio Bolsonaro (PL), que fugiu para Miami após perder para Lula as eleições presidenciais por mais de 4,4 milhões de votos. Flávio desembarcou nos Estados Unidos após ignorar uma ordem judicial que determinava a entrega de seus passaportes.

"Não participamos de nenhum dos preparativos que ele fez para sair. Ao menos, o governo americano não esteve envolvido diretamente em nenhum desses movimentos", respondeu Rubio na entrevista coletiva de encerramento da reunião de ministros das Relações Exteriores do G20, realizada em Atlanta.

O secretário de Estado acrescentou que Flávio já possuía um visto americano e que a única decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi autorizar sua entrada no país.

"O presidente deixou claro que, se ele chegasse a um porto de entrada dos Estados Unidos, a sua entrada no país seria permitida mediante uma permissão temporária, e assim ocorreu", apontou.

O ex-candidato presidencial, sua esposa e suas duas filhas cruzaram a fronteira do Brasil com a Argentina e embarcaram em um avião particular em Puerto Iguazú. Após fazerem escala em Guayaquil (Equador), aterrissaram na quarta-feira em Miami.

Segundo fontes citadas pelo jornal The New York Times, Jason Miller, um dos assessores de Trump, teria providenciado o avião particular no qual a família Bolsonaro viajou.

O episódio elevou a tensão entre os governos de Trump e Lula. Durante a reunião de Atlanta, Rubio se encontrou com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, pela primeira vez desde a chegada de Flávio aos Estados Unidos.

Rubio confirmou que teve a oportunidade de conversar com Vieira e disse que provavelmente voltarão a se ver em novembro, durante o G7 na França.

( da redação com informações de agências. Edição: Política Real)