31 de julho de 2025
RUSSIA/UCRÂNIA

Em torno de meio milhão de russo morreram na guerra com a Ucrânia, informa agência do Reino Unido para inteligência e segurança (GCHQ)

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Por Politica Real com agências
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Miliatares russos na Praça Vermelha Foto: Hoje no Mundo Militar

(Brasília-DF, 27/05/2026)  Nesta quarta-feira, 27, a diretora da agência do Reino Unido para inteligência e segurança (GCHQ, na sigla em inglês)  quase 500 mil soldados russos já foram mortos desde o início da guerra na Ucrânia.

"Enquanto mantemos firme nosso apoio à Ucrânia, (o presidente Vladimir) Putin está recuando no campo de batalha," disse Anne Keast-Butler.

Outras estimativas também já deram conta de centenas de milhares de baixas nos quadros militares russos, enquanto o confronto do Kremlin com o país vizinho já está no quinto ano.

Em janeiro, um estudo do think tank americano Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) estimou em 1,2 milhão a soma de mortos, feridos ou desaparecidos no lado russo.

Do total, 325 mil teriam morrido até então, superando as baixas militares sofridas por uma grande potência em qualquer outro confronto desde a Segunda Guerra Mundial. A Rússia refutou os dados.

Mobilização forçada a caminho?

Outras estimativas são ainda mantidas por veículos de mídia, com base em registros públicos e verificações independentes. Pelos cálculos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), as baixas no front ultrapassariam 30 mil militares por mês.

De acordo com dados oficiais, cerca de 300 mil homens foram convocados à época. Estima-se que a Rússia tenha hoje cerca de 700 mil soldados na zona de guerra.

Mas, diante do acúmulo de baixas e do fraco ritmo do alistamento voluntário, observadores vêm especulando há semanas que Putin poderia, como já fez em 2022, anunciar uma nova mobilização forçada.

No momento, nenhum dos lados registra grandes avanços territoriais, e a Ucrânia tem intensificado ataques contra instalações da infraestrutura de transporte de petróleo no interior da Rússia.

 

( da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)