Taxa de desocupação avança e ficou em 6,1% no primeiro trimestre de 2026, informou PNAD Contínua do IBGE
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(Brasília-DF, 14/05/2026). Na manhã desta quinta-feira, 14, o IBGE divulgou a sua pesquisa PNAD Contínua informando que no primeiro trimestre de 2025 a taxa de desocupação do país no primeiro trimestre de 2026 foi de 6,1%, alta de 1,0 ponto percentual (p.p.) em relação ao quarto trimestre de 2025 (5,1%) e recuo de 0,9 p.p. ante o primeiro trimestre de 2025 (7,0%).
Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação aumentou em 15 unidades da federação: Ceará (2,3 p.p.), Acre (1,8 p.p.), Tocantins (1,6 p.p.), Mato Grosso do Sul (1,4 p.p.), Paraíba (1,3 p.p.), Maranhão (1,3 p.p.) São Paulo (1,3 p.p.) Alagoas (1,2 p.p.), Bahia (1,2 p.p.), Pará (1,2 p.p.), Goiás (1,2 p.p.), Minas Gerais (1,2 p.p.), Rondônia (1,1 p.p.), Espírito Santo (0,8 p.p.) e Santa Catarina (0,5 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
A taxa de desocupação por sexo foi de 5,1% para os homens e 7,3% para as mulheres no primeiro trimestre de 2026. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (6,1%) para os brancos (4,9%) e acima para os pretos (7,6%) e pardos (6,8%).
A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (10,8%) superava as taxas dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 7,0%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3,7%).
No primeiro trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 14,3%. Piauí (30,4%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (26,3%) e Alagoas (26,1%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,7%), Mato Grosso (6,7%) e Espírito Santo (7,0%).
O percentual de desalentados (frente à população na força de trabalho ou desalentada) no primeiro trimestre de 2026 foi de 2,4%. Maranhão (10,3%), Alagoas (9,2%) e Piauí (7,6%) tiveram os maiores percentuais, enquanto os menores estavam em Santa Catarina (0,3%), Rio Grande do Sul (0,7%) e Goiás (0,7%).
No primeiro trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,7% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,1%) e Rio Grande do Sul (80,5%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,4%), Piauí (53,7%) e Pará (55,9%).
O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no primeiro trimestre de 2026 foi de 25,5%. Os maiores percentuais foram no Maranhão (34,1%), Pará (29,9%) e Amazonas (29,9%) e os menores, no Distrito Federal (16,7%), Acre (18,9%) e Tocantins (19,7%).
A taxa de informalidade do país foi de 37,3% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (57,6%), Pará (56,5%) e Amazonas (53,2%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,1%) e Mato Grosso do Sul (29,8%).
No primeiro trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 21,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando 1,4 milhão de pessoas estavam nessa condição.
Já 1,4 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 14,7% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,6 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
Taxa de desocupação cresce em 15 UFs frente ao trimestre anterior
Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação aumentou em 15 unidades da federação: Ceará (2,3 p.p.), Acre (1,8 p.p.), Tocantins (1,6 p.p.), Mato Grosso do Sul (1,4 p.p.), Paraíba (1,3 p.p.), Maranhão (1,3 p.p.) São Paulo (1,3 p.p.) Alagoas (1,2 p.p.), Bahia (1,2 p.p.), Pará (1,2 p.p.), Goiás (1,2 p.p.), Minas Gerais (1,2 p.p.), Rondônia (1,1 p.p.), Espírito Santo (0,8 p.p.) e Santa Catarina (0,5 p.p.), com estabilidade nas demais. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
Número de pessoas buscando trabalho há dois anos ou mais caiu 21,7% ante 2025
No primeiro trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 21,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando 1,4 milhão de pessoas estavam nessa condição.
Já 1,4 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 14,7% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,6 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
( da redação com informações de assessoria e Ag. Brasil. e BBC Edição: Política Real)