Desocupação do último trimestre ficou em 5,4%, informa PNAD Contínua do IBGE
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(Brasília-DF, 05/03/2026) Na manhã desta quinta-feira, 05, o IBGE divulgou o seu PNAD contínua, referente ao trimestre novembro-dezembro-janeiro26, apontando que a
a taxa de desocupação ficou em 5,4%), ficou estável frente ao trimestre de agosto a outubro de 2025 (5,4%) e caiu 1,1 p.p. ante o trimestre móvel de novembro de 2024 a janeiro de 2025 (6,5%).
A população desocupada (5,9 milhões) registrou estabilidade na comparação com o trimestre de agosto a outubro de 2025 (5,9 milhões). No confronto com igual trimestre do ano anterior (7,1 milhões), houve queda de 17,1% (menos 1,2 milhão de pessoas).
A população ocupada (102,7 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 1,7% (mais 1,7 milhões de pessoas) no ano. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,7%, com estabilidade no trimestre (58,8%) e crescendo 0,5 p.p. no ano (58,2%).
A taxa composta de subutilização (13,8%) mostrou estabilidade no trimestre (13,9%) e teve queda de 1,8 p.p. no ano (15,5%). A população subutilizada (15,7 milhões) também ficou estável no trimestre (15,8 milhões) e recuou 11,5% (menos 2,0 milhões).
A população subocupada por insuficiência de horas (4,5 milhões) ficou estável nas duas comparações. A população fora da força de trabalho (66,3 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 1,3% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 846 mil pessoas).
A população desalentada (2,7 milhões) ficou estável no trimestre e teve redução de 15,2% (menos 476 mil pessoas) no ano. O percentual de desalentados (2,4%) mostrou estabilidade no trimestre e queda de 0,4 p.p. no ano (2,8%).
O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões. Houve estabilidade no trimestre e alta de 2,1% (mais 800 mil pessoas) no ano. O número de empregados sem carteira no setor privado (13,4 milhões) ficou estável no trimestre e no ano.
O número de trabalhadores por conta própria (26,2 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 3,7% no ano (mais 927 mil pessoas). Já o número de trabalhadores domésticos (5,5 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e redução de 4,5% no ano (menos 257 mil pessoas).
A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada (ou 38,5milhões de trabalhadores informais), contra 37,8% (ou 38,8 milhões) no trimestre encerrado em outubro e 38,4% (ou 38,8 milhões) no trimestre de novembro 2024 a janeiro de 2025.
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.652) cresceu 2,8% no trimestre e 5,4% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 370,3 bilhões) cresceu 2,9% no trimestre (mais R$ 10,5 bilhões) e 7,3% (mais R$ 25,1 bilhões) no ano.
A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026 chegou a 108,5 milhões de pessoas, permanecendo estável frente ao trimestre de agosto a outubro de 2025 e crescendo 0,4% (mais 472 mil pessoas) ante o mesmo trimestre móvel do ano anterior.
A análise da ocupação por grupamentos de atividade ante o trimestre de agosto a outubro de 2025 mostrou aumento nos grupamentos: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (2,8%, ou mais 365 mil pessoas) e Outros serviços (3,5%, ou mais 185 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Indústria geral (2,3%, ou menos 305 mil pessoas).
Frente ao trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025, foi observado aumento nos grupamentos: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,4%, ou mais 561 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (6,2%, ou mais 1,1 milhão de pessoas). Houve redução no grupamento de Serviços domésticos (4,2%, ou menos 243 mil pessoas).
O rendimento médio mensal real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de novembro de 2025 a janeiro de 2026, em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2025, mostrou aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (4,2%, ou mais R$ 93), Transporte, armazenagem e correio (3,2%, ou mais R$ 105), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,1%, ou mais R$ 150), e Outros serviços (12,9%, ou mais R$ 349). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.
A análise do rendimento médio mensal real por posições de ocupação do trimestre móvel de novembro de 2025 a janeiro de 2026, frente ao trimestre de agosto a outubro de 2025, mostrou aumento nas categorias: Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,4%, ou mais R$ 231), e Conta-própria (4,9%, ou mais R$ 144). As demais categorias não apresentaram variação significativa.
(da redação com informações de assessoria. Edição: Política Real)